E, NÓS
SOMOS MESMO IDIOTAS
Os preços dos combustíveis no
planeta ...
Bélgica - diesel ? 1,222!
França - diesel ? 1,294!
Azerbaijão - Diesel 0,31 euros
Egipto
- Diesel 0,14 Euros
Etiópia - Super 0,24 EUR
Bahamas - Diesel 0,25
EUR SERÁ
QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS DE PETRÓLEO?
Bolívia - Super 0,25 EUR
Brasil - Diesel 0,54
EUR
China -
Normal 0,45 EUR ...........e depois os chineses
é que têm culpa do excesso de consumo!!!!! ou nós é que também andamos a pagar
para estes?
Equador -
Normal 0,24 EUR
Gana - Normal 0,09 EUR!!!!!!!
Gronelândia - Super 0,50
Euros
Guiana - Normal 0,67 EUR
Hong Kong - Diesel 0,84 Euros
Índia -
Diesel 0,62 EUR
Indonésia - Diesel 0,32 EUR
Iraque - Super 0,60
EUR
Cazaquistão - Diesel 0,44 EUR
Qatar - Super 0,15 Euros
Kuwait -
Super 0,18 Euros
Cuba - Normal 0,62 EUR SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS
DE PETRÓLEO?
Líbia - Diesel 0,08
Euros!!!!!!!
Malásia - Super 0,55 Euros
México - Diesel 0,41
EUR
Moldávia - Normal
0,25 EUR SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS
DE PETRÓLEO?
Omã - Super mais 0,20
euros
Perú - Diesel 0,22 EUR . SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM
POÇOS DE PETRÓLEO?
Filipinas - Diesel 0,69 EUR
Russia -
Super 0,64 Euros
Arábia Saudita - Diesel EUR 0,04650 !!!!!!
Gasolina 91-
0,08370
África do Sul - Diesel 0,66 EUR SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS
DE PETRÓLEO?
Suazilândia - Super 0,10 !
Euros!!!!! SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS
DE PETRÓLEO?
Síria - Diesel 0,10
Euros!!!!!
Trinidad - Super 0,33 EUR SERÁ QUE ESTES TAMBÉM TÊM POÇOS
DE PETRÓLEO?
Tailândia - Super 0,65 EUR
Tunísia -
Diesel0,49 EUR
EUA - Diesel 0,61
Euros
Venezuela - Diesel 0,07
EUR!!!!!
Emiratos Árabes Unidos - Diesel 0,18 Euros
Vietname - Diesel 0,55
EUR
Ucrânia - Diesel 0,51 EUR
Portugal - Diesel ?
1,499!
É inacreditável, não é?
Os países da
União Europeia, e os seus Ministros das Finanças, realmente tomam as pessoas por
idiotas ... + IVA TIPP + PIT + ISF + IVA + imposto de
consumo sobre a extorsão de diversos e variados ..+ RQP (Raio que os Parta)!!! +
...
terça-feira, 25 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Banco do brasil sondou governo para ficar com a CGD
banco do brasil sondou governo para ficar com a cgd: se o governo decidir avançar com a privatização parcial da caixa geral de depósitos (cgd), o banco do brasil está interessado em ficar com uma fatia. segundo o diario económico, com o regresso à ordem do dia do polémico tema da venda de parte do capital do banco público, o grupo brasileiro fez saber ao governo que é um potencial candidato à compra. a manifestação de interesse, feita por emissários portugueses do maior banco do brasil, junto do próprio ministro das finanças, aconteceu ainda antes da quinta avaliação da “troika”. o governo não terá fechado a porta a nenhum cenário (diário económico)
publicado por equipa@idealista
publicado por equipa@idealista
domingo, 23 de setembro de 2012
Comentários de um Chinês sobre a crise da Europa...
ANÁLISE PERTINENTE
Kuing
Yamang
|
1. A sociedade europeia está em vias de se
auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas ,
ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes
interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem
acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos ...
2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada. 3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'. 4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la. 5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza. 6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores. 7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China! 8. Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz... 9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado... 10. (Os europeus) vão diretos a um muro e a alta velocidade... |
---------------------------------------------------------------------------------
- Haverá contestação
ou dúvidas ?!?
Com todas as
facilidades e exigências na Sociedade ... o que restará para o FUTURO
?
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
C.T. T.
Presidente dos CTT recebia dois ordenados
O Presidente do Conselho de Administração dos CTT, Estanislau Mata da
Costa - que se demitiu no final do mês passado, sem ter terminado o
mandato - recebeu, durante cerca de dois anos, dois vencimentos em
simultâneo: um pelo cargo nesta empresa, de cerca de 15 mil euros, e
outro correspondente às suas anteriores funções na PT, de 23 mil
euros. E isto apesar de ter suspendido o vínculo laboral com a PT.
A descoberta foi feita pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF), na
sequência de uma auditoria realizada após denúncias da comissão de
trabalhadores dos CTT sobre actos de alegada má gestão na empresa.
Segundo soube o SOL, o Conselho de Administração da empresa terá
recebido o relatório preliminar desta auditoria no dia 29. A demissão
de Mata da Costa foi anunciada no dia seguinte e justificada pelo
próprio com «razões exclusivamente do foro pessoal e familiar».
A IGF classifica esta acumulação de vencimentos por parte de Mata da
Costa - num valor mensal de cerca de 40 mil euros (ao todo, um milhão
e 575,6 mil euros recebidos entre Junho de 2005 e Agosto de 2007) -
como «eticamente reprovável, ainda que possível do ponto de vista
legal». Ainda assim, a IGF decidiu encaminhar o caso para a
Procuradoria-Geral da República, por ter «dúvidas quanto à legalidade»
da situação.
Segundo o relatório preliminar da IGF, a que o SOL teve acesso, Mata
da Costa, que era quadro da PT, foi nomeado para presidir aos CTT em
Junho de 2005. Mas, em vez de se desligar desta empresa, fez um acordo
de «suspensão do contrato de trabalho, embora estranhamente sem perda
de remuneração.
COMPREENDE PORQUE PORTUGAL ESTÁ NAS LONAS, OU PRECISA DE MAIS
EXPLICAÇÕES ?????????????
Costa - que se demitiu no final do mês passado, sem ter terminado o
mandato - recebeu, durante cerca de dois anos, dois vencimentos em
simultâneo: um pelo cargo nesta empresa, de cerca de 15 mil euros, e
outro correspondente às suas anteriores funções na PT, de 23 mil
euros. E isto apesar de ter suspendido o vínculo laboral com a PT.
A descoberta foi feita pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF), na
sequência de uma auditoria realizada após denúncias da comissão de
trabalhadores dos CTT sobre actos de alegada má gestão na empresa.
Segundo soube o SOL, o Conselho de Administração da empresa terá
recebido o relatório preliminar desta auditoria no dia 29. A demissão
de Mata da Costa foi anunciada no dia seguinte e justificada pelo
próprio com «razões exclusivamente do foro pessoal e familiar».
A IGF classifica esta acumulação de vencimentos por parte de Mata da
Costa - num valor mensal de cerca de 40 mil euros (ao todo, um milhão
e 575,6 mil euros recebidos entre Junho de 2005 e Agosto de 2007) -
como «eticamente reprovável, ainda que possível do ponto de vista
legal». Ainda assim, a IGF decidiu encaminhar o caso para a
Procuradoria-Geral da República, por ter «dúvidas quanto à legalidade»
da situação.
Segundo o relatório preliminar da IGF, a que o SOL teve acesso, Mata
da Costa, que era quadro da PT, foi nomeado para presidir aos CTT em
Junho de 2005. Mas, em vez de se desligar desta empresa, fez um acordo
de «suspensão do contrato de trabalho, embora estranhamente sem perda
de remuneração.
COMPREENDE PORQUE PORTUGAL ESTÁ NAS LONAS, OU PRECISA DE MAIS
EXPLICAÇÕES ?????????????
Compartilhem para que o povo tome conhecimento!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
IMAGINEM...Mário Crespo - e se se fizesse MESMO ASSIM?
Imaginem
que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam
voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento.
Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos
resultados.
Se os
resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem
maus ajudavam em muito na recuperação.
Imaginem
que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e
que reduziam as suas dotações de combustível em dez por
cento.
Imaginem
que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que
retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das
empresas.
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta.
Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público.
Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar.
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta.
Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público.
Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar.
Imaginem
que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do
presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento
nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era
nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por
mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha.
Imaginem que o faziam por consciência.
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.
Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.
Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos.
Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.
Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros.
Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada.
Imaginem as pensões que se podiam actualizar.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha.
Imaginem que o faziam por consciência.
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.
Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.
Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos.
Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.
Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros.
Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada.
Imaginem as pensões que se podiam actualizar.
Imaginem
todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por
cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento
em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés,
restaurantes e jardins.
Imaginem
que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por
cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise
na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas
públicas em Portugal.
Imaginem
que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os
prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é
seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podia ser se o fizéssemos.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podia ser se o fizéssemos.
Imaginem
que país será se não o fizermos...... Enviem a todos os vossos
amigos.
Pode ser que se crie uma corrente de indignação e desencadeie uma petição à AR!!
Pode ser que se crie uma corrente de indignação e desencadeie uma petição à AR!!
terça-feira, 18 de setembro de 2012
DR Proença de Carvalho
ALÉM DE EXERCER A
ADVOCACIA..........
Funções que
desempenha atualmente
· Presidente do Conselho de Administração da ZON MULTIMÉDIA, SGPS, S.A.;
· Membro da Comissão de Remunerações do Banco Espírito Santo, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia ?Geral da Galp Energia, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Estoril Sol, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Socitrel ? Sociedade Industrial de Trefilaria, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Portugália ? Administração de Patrimónios, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Mague ? SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Almonda ? Sociedade Gestora de Participações
Sociais, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Renova ? Fábrica de Papel do Almonda, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Celulose do Caima, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Cabo Raso ? Empreendimentos Turísticos, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia ?Geral da SOGEB ? Sociedade de Gestão de Bens, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola Belo de Mértola, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola dos Namorados, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Coaltejo ? Criador de Ovinos Algarve e Alentejo,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sogesfin ? Sociedade Gestora de Participações
Sociais, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da 3 Z ? Administração de Imóveis, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sétimos - Participações, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Confiança Participações, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola da Serra Branca, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Gotan, SGPS, S.A.
32
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola da Apariça, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola das Polvorosas, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola de Corona, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Herdade do Monte da Pedra, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da TRABELIBEX - Investimentos Imobiliários, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ÉCAMPO - Cinegética e Turismo, .S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FREIXAGRO - Empresa Agrícola do Freixo, S.A.
II
Outras funções exercidas nos últimos cinco anos
· Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Caixa Geral de Depósitos, S.A., de 2007 a
2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Edifer ? Investimentos, Sociedade Gestora de
Participações Sociais, S.A., desde 2003 A 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Edifer - Sociedade Gestora de Participações
Sociais, S.A., desde 2003 A 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Euroatlântica - Investimentos e Comércio, S.A.,
desde 1998 a 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da PANATLÂNTICA - HOLDING, Sociedade
Gestora de Participações Sociais, S.A., desde 1995 a 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da G.A. ? Estudos e Investimentos, SA, desde
1996 a 2011;
· Director do Círculo Voltaire desde 1993 a 2006;
· Presidente do Conselho de Administração da Fundação Arpad Szénes-Vieira da Silva, desde
1993 a 2007;
· Presidente do Conselho Consultivo da Explorer Investments - Sociedade de Capital de Risco,
S.A., até 2010;
· Membro do Conselho de Administração da SINDCOM - Sociedade de Investimento na Indústria
e Comércio, SGPS, S.A., desde 2005 a 2010.
III
Funções que desempenha em instituições não sociedades comerciais
· Presidente do Conselho de Curadores da Fundação D. Anna de Sommer Champalimaud e Dr.
Carlos Montez Champalimaud;
33
· Presidente da Assembleia-Geral da AEM - Empresas Emitentes de Valores Cotados em
Mercado, em representação da ZON MULTIMÉDIA - Serviços de Telecomunicações e
Multimédia, SGPS, S.A.;
· Presidente da Assembleia-Geral do Instituto Português de Corporate Governance, desde 21 de
Junho de 2010;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação Galp Energia;
· Presidente da Assembleia Geral da Liga de Amigos da Casa-Museu João Soares;
· Membro do Conselho de Curadores da Fundação Batalha de Aljubarrota;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação Renascer;
· Docente no Instituto Jurídico da Comunicação (Faculdade de Direito da Universidade de
Coimbra);
· Membro do Conselho Consultivo do Fórum para a Competitividade;
· Membro do Conselho de Patronos da Fundação Arpad-Szenes ? Vieira da Silva;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação António da Mota;
Número de ações de que é titular na Cimpor: 1 (uma).
· Presidente do Conselho de Administração da ZON MULTIMÉDIA, SGPS, S.A.;
· Membro da Comissão de Remunerações do Banco Espírito Santo, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia ?Geral da Galp Energia, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Estoril Sol, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Socitrel ? Sociedade Industrial de Trefilaria, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Portugália ? Administração de Patrimónios, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Mague ? SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Almonda ? Sociedade Gestora de Participações
Sociais, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Renova ? Fábrica de Papel do Almonda, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Celulose do Caima, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Cabo Raso ? Empreendimentos Turísticos, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia ?Geral da SOGEB ? Sociedade de Gestão de Bens, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola Belo de Mértola, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola dos Namorados, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Coaltejo ? Criador de Ovinos Algarve e Alentejo,
S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sogesfin ? Sociedade Gestora de Participações
Sociais, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da 3 Z ? Administração de Imóveis, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sétimos - Participações, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Confiança Participações, SGPS, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Sociedade Agrícola da Serra Branca, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Gotan, SGPS, S.A.
32
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola da Apariça, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola das Polvorosas, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Companhia Agrícola de Corona, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Herdade do Monte da Pedra, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da TRABELIBEX - Investimentos Imobiliários, S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ÉCAMPO - Cinegética e Turismo, .S.A.
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FREIXAGRO - Empresa Agrícola do Freixo, S.A.
II
Outras funções exercidas nos últimos cinco anos
· Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Caixa Geral de Depósitos, S.A., de 2007 a
2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Edifer ? Investimentos, Sociedade Gestora de
Participações Sociais, S.A., desde 2003 A 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Edifer - Sociedade Gestora de Participações
Sociais, S.A., desde 2003 A 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Euroatlântica - Investimentos e Comércio, S.A.,
desde 1998 a 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da PANATLÂNTICA - HOLDING, Sociedade
Gestora de Participações Sociais, S.A., desde 1995 a 2011;
· Presidente da Mesa da Assembleia Geral da G.A. ? Estudos e Investimentos, SA, desde
1996 a 2011;
· Director do Círculo Voltaire desde 1993 a 2006;
· Presidente do Conselho de Administração da Fundação Arpad Szénes-Vieira da Silva, desde
1993 a 2007;
· Presidente do Conselho Consultivo da Explorer Investments - Sociedade de Capital de Risco,
S.A., até 2010;
· Membro do Conselho de Administração da SINDCOM - Sociedade de Investimento na Indústria
e Comércio, SGPS, S.A., desde 2005 a 2010.
III
Funções que desempenha em instituições não sociedades comerciais
· Presidente do Conselho de Curadores da Fundação D. Anna de Sommer Champalimaud e Dr.
Carlos Montez Champalimaud;
33
· Presidente da Assembleia-Geral da AEM - Empresas Emitentes de Valores Cotados em
Mercado, em representação da ZON MULTIMÉDIA - Serviços de Telecomunicações e
Multimédia, SGPS, S.A.;
· Presidente da Assembleia-Geral do Instituto Português de Corporate Governance, desde 21 de
Junho de 2010;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação Galp Energia;
· Presidente da Assembleia Geral da Liga de Amigos da Casa-Museu João Soares;
· Membro do Conselho de Curadores da Fundação Batalha de Aljubarrota;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação Renascer;
· Docente no Instituto Jurídico da Comunicação (Faculdade de Direito da Universidade de
Coimbra);
· Membro do Conselho Consultivo do Fórum para a Competitividade;
· Membro do Conselho de Patronos da Fundação Arpad-Szenes ? Vieira da Silva;
· Membro do Conselho Consultivo da Fundação António da Mota;
Número de ações de que é titular na Cimpor: 1 (uma).
SÓ ????? NÃO, TAMBÉM É ADVOGADO DE JOSÉ SÓCRATES.
SERÁ QUE O SR. MINISTRO DA DEFESA ENDOIDOU?
Uma das maneiras pelas quais
podemos conhecer as pessoas é pela verificação das razões pelas quais se
indignam. E sobre o que vamos discorrer, muito pouca gente se indignou e poucos
tiveram expressão na Comunicação Social
O palco foi a Universidade Católica,
em Lisboa, corria o dia 4 de Setembro e o evento, a primeira conferência
dedicada ao novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN). O licenciado
em Direito pela Universidade de Coimbra, em 1980 (agora convém acrescentar
estas informações), Dr. Aguiar Branco (AB), que ocupa o cargo de Ministro da
Defesa Nacional (MDN), entendeu estar presente e botar discurso.
Já no período de debate,[1][1] Sua Exª embalado por
súbitos frémitos de densidade estratégica insuspeitada, veio defender “uma
política de defesa conjunta com Espanha”; questionou “se faz sentido
Portugal trabalhar de uma forma diferente do que fez historicamente com Espanha”;
defende a “edificação de capacidades militares”; e que “não podemos
ter a ilusão de que, sozinhos, vamos ter força para poder ser actores de
segurança, já não secundários mas irrelevantes, como é exigível em termos de
defesa nacional”.
E ainda perguntou: “Há
uma cultura suficientemente forte de partilha interna e com países vizinhos,
neste caso a Espanha, para se poder edificar despreconceituosamente e
descomplexadamente aquilo que é fundamental para sermos produtores de
segurança?” Perceberam?
Pelo meio umas
vacuidades inconsistentes que, provavelmente, nem o próprio terá entendido o
que disse.
Confesso que já há muito
tempo que não lia tão sortido (e perigoso) conjunto de disparates.
Tal justifica a
interrogação do título e espoleta, desde já, uma proposta para que a AR legisle
no sentido de tornar obrigatório um exame médico e psicológico aturado, a todo
o candidato a cargos políticos, sem o que nenhum deles poderia concorrer, muito
menos tomar posse. Exame que se repetiria anualmente.[1][2]
O licenciado AB
demonstra com as suas “propostas”, a maior ignorância sobre História,
Geopolítica, Geoestratégia, Relações Internacionais, etc., nem tem a menor
ideia do que representa um “Exército”.
Já era tempo dos
responsáveis políticos deixarem de indigitar para cargos importantes (e o PR
aceitar), pessoas impreparadas para os exercerem. Trata-se de uma indignidade
social e profissional.
Ora se AB não está
preparado para a função – e isso percebeu-se logo, desde o início – bem poderia
ter o cuidado de escolher assessores capazes para o acolitarem; ouvir muito e
falar pouco e dar, apenas, passos para os quais tenha pé.
Mas não, pelos vistos
apanha umas coisas no ar, dá-se conta que na Bélgica ou na Dinamarca (países,
aliás, muito parecidos com o nosso), puseram em execução uma ideia qualquer,
arranja um adjunto que lhe explica umas siglas em inglês, polvilha tudo com um
bocado de imaginação (democrática) e desata a c…. postas!
Julga V. Exª que o estou a
desrespeitar? Engano seu, quem se
sente agredido sou eu, que jurei bandeira há muitos anos (saberá o que é isso?)
e sou oficial do quadro permanente, para agora um militante partidário arvorado
em Ministro da Defesa, vir bacorar, insinuando que a Instituição onde servi 27
anos tem que se misturar com a espanhola!
Quem quer ser respeitado
tem que se dar ao respeito e não me venha dizer que a sua opinião é
respeitável, pois essa de que todos temos que respeitar as opiniões de todos é
uma treta do “estupidamente correcto”. E no seu caso é pior, pois tendo um
acaso infeliz do destino, feito de si ministro, algumas das opiniões podem não
só não ser respeitáveis, como intoleráveis!
Ora diga-me, o senhor é
iberista? Quer juntar-se ao seu adversário Mário
Lino, quando afirmou na Galiza, em espanholês, e na sua qualidade de ministro,
que o governo português prosseguia uma política iberista?[1][3]
Já lhe deixou de ecoar nos tímpanos o grito alarve dessa
fraude política chamado Sócrates de “Espanha, Espanha, Espanha”?
Terá sido por estas
eventuais ideias, que escolheu um reconhecido membro do “GOL” [1][4] para presidir ao grupo
de trabalho que está a escrever uma proposta de CEDN – dando expressão aos
desejos iberistas da segunda metade do século XIX, defendidos por aquela
obediência maçónica?
Está à espera que o
herdeiro do trono dos Bourbons seja coroado como Filipe VI, para se tornar o
Cristóvão de Moura II?
Ou limitou-se a mandar
barro à parede como, aparentemente, fez o seu colega António Von Goldman Sachs
Borges, com a RTP?
Não lhe chegou ter a
“Guardia Civil”, armada, em Lisboa, quando um “distraído” qualquer permitiu que
a “Vuelta” a Espanha em bicicleta tivesse início na nossa capital? Ou, já este
ano, policias espanhóis terem patrulhado as imediações dos Jerónimos (e outros
locais), com a desculpa de prestarem “ajuda” aos turistas que falam castelhano?
Quer ter o obséquio de
explicar o que entende por “maiores laços estratégicos” e "edificar
capacidades militares conjuntas”?
Vê alguma ameaça no horizonte
que nos afecte em conjunto?[1][5]
Algo parecido com o Salado ou o Pacto ibérico de 1939, por
ex.? E já reparou que em ambos os casos foram as FAs de ambos os países que se
juntaram, em igualdade de termos, para repelirem uma ameaça comum?
Já falou com eles?
Que “maiores laços
estratégicos comuns” vislumbra, para além daqueles que já temos a nível da NATO
e da UE? Será que vai querer ajudar os espanhóis a reaverem Gibraltar e
continuar a esquecer Olivença?
Que “capacidades
militares conjuntas”? Vai pedir à Armada Espanhola (que sempre teve esse
objectivo desde Afonso H.), para ajudar a patrulhar o Mar Português, que os
senhores da política miseravelmente abandonaram desde 1976? Ou será só o Espaço
Aéreo, agora que, recentemente, “eles” nos acusaram de sermos uma superpotência
em termos de gestão desse espaço?
Quer vender os
estaleiros de Viana do Castelo ao vizinho do lado, para lhes reforçar a sua
poderosa indústria naval (que constrói porta - aviões!) em vez de os manter em
mãos portuguesas, pois são estratégicos?
Vai fechar o Campo de
Tiro de Alcochete para ficarmos sem um único local para ensaios de armamento e
obrigar a Força Aérea a ir fazer tiro Ar-Chão a Espanha?
Vai querer integrar uma
das nossas pobres brigadas do Exército na “Divisão Brunete”?
Pensa, por outro lado,
que os espanhóis - apesar da Espanha se estar a partir toda e irem ficar pior
que nós - vão encerrar a sua escola de pilotagem para virem formar os seus
pilotos em Sintra? Acredita nisso?
Os senhores do governo
entretêm-se, há mais de 20 anos, a destruir ou a reduzir à ínfima espécie todas
as capacidades das FAs – com o silêncio, maioritariamente, não concordante, mas
conivente, das chefias das FAs - e agora o senhor queixa-se que “não vamos ter
força para ser actores de segurança”?
O senhor ainda não percebeu
que as FAs são o principal símbolo e bastião da Soberania, sem o que tudo o
mais se desmorona?
Ou será que também é
partidário das ideias dessas “máfias” internacionalistas que querem destruir as
nações europeias para fazerem uma amálgama não se sabe bem de quê e para quê?
Foram essas as
instruções que os seus colegas Moreira da Silva e Luís Amado trouxeram da
última reunião, do Grupo de Bilderberg, na Virgínia?[1][6]
Irem-se federando…?
Por tudo isto esta
discussão sobre o novo CEDN não faz sentido nenhum, pois esse conceito, de
nacional não tem nada! O “conceito” não é para nós, é para outros… O senhor é
apenas um dos ingénuos úteis ou é mesmo iniciado na coisa?
Esta discussão pública a
que o senhor deu agora início só serve para “épater le bourgeois” e para tentar
justificar mais umas facadas na Lei de Programação Militar, no dispositivo,
sistemas de forças e efectivos (mantendo todas as missões, é claro). Será que
também vai submeter o novo texto aos “troikanos”?
Serve, porém, outrossim
para lhe dar alguma visibilidade que agora ganhou, com essas tiradas de mágico,
arriscando-se mesmo a que na próxima universidade de verão dos “laranjinhas”, o
elevem aos píncaros da Estratégia, por ter superado Aníbal, em Canas;
Alexandre, em Gaugamela e, quiçá, Leónidas, nas Termópilas!
Sabe como conseguia
poupar tanto esforço inútil e prestar um bom serviço ao país? Eu digo-lhe:
bastava reduzir o CEDN a dois parágrafos;
1º Colocar portugueses
competentes (isto é que soubessem
algo de governação), probos (ou seja, não estivessem lá para tratar de
negócios) e patriotas (quer dizer, não enfeudados a “maçonarias” de poder,
internacionalista), no Parlamento, no Governo e na PR;
2º Expulsar a “Troika” (no sentido em que é
necessário reganhar a soberania plena).
Tudo o que se escrever
no CEDN para além disto é despiciendo.
Como fazer isto? Bom,
isso não é para se andar a discutir na praça pública.
Apenas se explica o que
for de implementar. A verdadeira estratégia – pois que trata de oposição entre
unidades políticas – tem sempre uma parte classificada (segredo)…
Se o mandaram atirar
barro á parede para verem a reacção, foi uma aposta ganha: conseguiram.
Portugal desaparecer não
é opção. Fica avisado.
[1][1] Ver notícia do “Expresso on-line”, do
mesmo dia, da jornalista Luísa Meireles, e não desmentida.
[1][2] Estou a falar seriamente: se eu para
pilotar aviões tenho que fazer um exame médico semestral (e outros), por
maioria de razão o deve fazer quem “pilota” a nave chamada Portugal!
[1][3] Afirmação que serviu de base para um
grupo de cidadãos apresentar queixa na PGR, por crime de traição à Pátria
(Art.º 308 do Código Penal)
[1][4] Grande Oriente Lusitano
[1][5] Talvez a imigração islâmica, coisa
que, por enquanto ainda faz parte das atribuições do MAI e o senhor não se
atreve a falar?
[1][6] Chantilly, entre 31 de Maio e 3 de
Junho.
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