sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Genro de Cavaco Silva (que comprou o Pavilhão Atlântico) tem 13 processos de execução


Oxalá me engane, mas penso que a coisa ainda vai voltar á posse do Estado, depois de os contribuintes gastarem mais 7 ou 8 vezes o custo desta aventura.
E mais a sua reconstrução...
Valha-nos San Dias Folhas de Loureiro !!!
Meu Santinho Oliveira & Gosta !!!
Meu Piedoso Duarte Limão !!!
Meu Bem-Aventurado Armando Robalo !!!
Meu Iluminado José Pinóquio !!!
and-so-on...
O Genro de Cavaco Silva, Luís Montez, tem agora uma grande sala de eventos. Mas com que dinheiro foi ela comprada? Montez está com pelo menos 13 processos pendentes em tribunal por dívidas.


O Pavilhão Atlântico é um espaço na Zona Oriental de Lisboa, criado na altura para servir os interesses da Expo’98.
Tem uma capacidade para 20 mil pessoas e permite fazer eventos, congressos e tudo o que envolva grande número de pessoas.
Em Lisboa, é dos espaços maiores para este tipo de eventos.
Por outro lado, Luís Montez tem ainda fortes influências no Superbock SuperRock e do Suboeste.
É ainda dono das rádios Oxigénio, Nostalgia, entre outras.
As contas batem certo, diz o Governo
O Governo viu à lupa as contas de Luís Montez segundo o artigo do Expresso. No mesmo artigo, indicaram que as “diligências do Governo não detetaram qualquer irregularidade, garantindo, assim, a idoneidade da proposta vencedora”.
Em entrevista à TVI, a Ministra do Mar, do Ambiente, e do Ordenamento do Território, indicou que um dos critérios era a “estabilidade do accionista”.
Ou se calhar não batem certo…
Segundo o Jornal na sua edição de 19 de Julho, Luís Montez e a sua empresa Música no Coração são considerados de “risco comercial elevado” e “crédito não recomendado”. Ainda assim, de alguma forma, conseguiu um valor elevado para a compra do espaço, mais alto que outras duas propostas, uma delas estrangeira.
No artigo desse jornal, escrito por Carlos Tomás, pode ler-se que “Uma consulta através do site que permite aos agentes de execução que permite “ver à lupa” (…) empresas e particulares (…) é possível perceber que Luiz Montez e a sua empresa têm pelo menos 13 processos pendentes em tribunal por dívidas”.
Podemos ler ainda que “Depois de o relatório da D&B ter ido posto a circular na Internet há cerca de três meses, Luís Montez, terá efectuado uma série de diligências (os tais telefonemas de Cavaco?) para travar as execuções de que estava a ser alvo, chegando a acordos para pagar as dívidas. Mas os processos permanecem todos pendentes e prontos a avançar (…).
Permanece então a ligeira impressão de que este é apenas mais um negócio favorecido pelo estado, ou até pelo nosso Presidente da República.
Onde é que o governo viu as contas? Porque uma informação tão diferente de um órgão de comunicação social fruto de uma investigação, que se presume, mais profunda e com menos recursos do que o estado? Para que serve a família, se não para dar uma ajuda quando é preciso?
São tudo boas perguntas, sem boas respostas.
Todas as experiências deste tipo no passado acabaram nas mãos do estados para serem pagas à conta dos impostos dos contribuintes.


segunda-feira, 30 de julho de 2012

É DE PASMAR!!!


A Agência da C G Depósitos encerrou na Ilha da Madeira (acabou o Paraíso Fiscal) e abriu dependência nas Ilhas Caimão... não é só o PINGO DOCE que foge... Faria de Oliveira ganha mais na CGD do que Christine Lagarde no FMI !

Em média os trabalhadores portugueses ganham menos de 50% em relação
aos dos restantes 27 países da EU.

Isto ajuda a explicar a grave crise económica, financeira e social que
Portugal está a viver.

Para que conste, e para que os futuros Faria de Oliveira e outros possam ser respeitados, repasso o presente e-mail esperando com o mesmo contribuir para a moralização da política em Portugal.

Retirado do site da CGD, referente a 2009 (ainda não divulgaram os
valores de 2010):

Presidente - remuneração base: 371.000,00 €
Prémio de gestão: 155.184,00 €
Gastos de utilização de telefone: 1.652,47 €
Renda de viatura: 26.555,23 €
Combustível: 2.803,02 €
Subsídio de refeições: 2.714,10 €
Subsídio de deslocação diário: 104,00 €
Despesas de representação: não quantificado (cartão de crédito onde "apenas" são consideradas despesas decorrentes da actividade devidamente documentadas com facturas e comprovativos de movimento)
Christine Lagarde receberá do FMI mais 10% do que Dominique Strauss-Kahn, mas mesmo assim menos do que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, entre outros gestores portugueses, pelo que a senhora
ainda está mal paga pelo padrão de Portugal.


A nova directora do FMI, Christine Lagarde, vai ter um rendimento anual líquido de 323 mil euros, a que se somam 58 mil euros para gastar em despesas, o que representa mais 10% do que o seu antecessor,
Dominique Strauss-Kahn.

O total de 381 mil euros anuais que Lagarde vai receber (salário mais despesas) é um aumento de 11% relativamente ao que recebia Dominique Strauss-Kahn, o ex-director da instituição acusado de abusar
sexualmente de uma camareira de hotel em Nova Iorque.

Quando foi nomeado, em 2007, Dominique Strauss-Kahn acordou em receber um salário anual de 291 mil euros, com despesas de representação de 52 mil euros - um total de 343 mil euros. Menos quase 38 mil euros anuais do que vai agora receber a francesa.

Palavras para quê?
Isto só se resolverá quando a Troika, obrigada a justificar como é que o dinheiro dos contribuintes dos países da EU se gasta na ajuda a Portugal, for obrigada a tomar posição.

É imperioso reduzir a despesa do Estado abrangendo também os Institutos e empresas do Estado e municipais (provavelmente a ultrapassar o milhar).

Não esquecer que na maioria são empresas que duplicam funções do Estado ou do poder local (autarquias) e todas elas com gestores com vencimentos e regalias muito superiores ao vencimento dos Deputados e
do Presidente da República (PR), até Outubro de 2005 com direito a reforma antecipada, podendo acumular com outros vencimentos ou reformas. Até o PR Cavaco Silva tem pelo menos mais duas reformas que acumula com o seu vencimento.

Se José Sócrates não tivesse tido o desplante de acabar com as reformas antecipadas dos políticos e dos gestores públicos em Outubro de 2005, os processos do Freeport, do diploma de Engenheiro e outros
nunca teriam tido o eco que tiveram.

E foi com esta facilidade (legislação imoral mas legal para criar à medida jobs para os boys, com a agravante de desviar a prioridade da atenção do Gestor para as novas solicitações dos Generais dos Partidos do Poder que julgavam também ter direito a um JOB) que a Fátima Felgueiras se escapou da Justiça indo para o Brasil onde viveu com a ajuda da reforma antecipada obtida dois meses antes de ter sabido por fuga de informação que iria ser detida.

Estima-se que mais de 50% dos autarcas com mais de 55 anos tenham direito a reformas obtidas por antecipação na mesma função (hoje, também impedidos de acumular com os seus vencimentos).

É uma vergonha a delapidação dos recursos financeiros que deveriam privilegiar o desenvolvimento ou a amortização da dívida pública e externa, que tipifica uma política neoliberal onde a ganância só tem
como limite o céu; ou pior, foi preciso ter sido o mercado externo, com a subida vertiginosa dos juros da dívida soberana, a dizer que Portugal já não dá confiança para ter empréstimos.

No início da entrada de Portugal na União Europeia, como se fosse uma Dona Branca quando o dinheiro entrava aos montes, tudo foi possível sem grandes convulsões.

De vez em quando, lá era processado um político ou gestor que, com raras excepções, acabava por ver o seu processo arquivado.

Hoje temos o resultado da gestão da geração dos "soixante-huitard" que tem estado no poder, ao tempo do 25 Abril fanáticos de Mao, agora brilhantes executantes da partidocracia com laivos neoliberais.

É preciso que se saiba que:
"... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro, mas os nossos gestores recebem, em média:

· mais 32% do que os americanos;
· mais 22,5% do que os franceses;
· mais 55 % do que os finlandeses;
· mais 56,5% do que os suecos"
(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)
E têm o desplante de chamar a nossa atenção afirmando que "os
portugueses devem trabalhar mais e gastam acima das suas
possibilidades."
Com um abraço de cidadão preocupado com o futuro de Portugal,
incluindo sobretudo os jovens, desempregados e os empregados pobres
(vencimentos na média dos 500 €).
Não divulgar é cumplicidade!

CARTA ABERTA A S. EXª PM - DE UM VOTANTE DO CDS


ESTOU FARTO, SR. PRIMEIRO-MINISTRO

Sr. Primeiro-Ministro,

V. Exª não me conhece.

1 - Sou trabalhador do Estado, a minha esposa é enfermeira, tenho 2 filhos pequenos, não sou rico, vivo do meu vencimento (consecutivamente cortado de mil e uma maneiras) com o qual pago a prestação de uma casa simples (até aos 70 anos de idade), com imenso esforço, a prestação da minha viatura comprada em “leasing” a 10 anos, porque o dinheiro não dá para mais - na esperança de o poder pagar mais cedo - (para me poder deslocar para o trabalho que sempre foi longe de casa).
Não tenho bens patrimoniais nem heranças.
Procuro ser honesto, correcto, honrar os meus compromissos, de acordo com os meus valores ético-morais que adoptei, não só dos meus pais como também da Instituição que sirvo: os valores da honra, da dignidade.


2 - Dirijo-me a V. Exª na minha condição de cidadão português e de eleitor.
Após os descalabros sucessivos dos anteriores governos, acreditei em si, V. Exª inspirava-me confiança, parecia uma lufada de ar fresco neste terreno pantanoso em que se transformou o Portugal político-partidário.
Votei no seu colega de coligação no CDS, pois tinha a percepção de que os partidos políticos não teriam maturidade para terem maiorias (de acordo com o corrido no passado quer com o PSD, quer com o PS).
Sinto-me profundamente enganado, quer pelo Sr. Primeiro-Ministro, quer pelo Sr. Paulo Portas.
Explico porquê!


3 - Tenho 50 anos de idade, filhos para criar e já não tenho idade para ser enganado.
V. Exª mentiu-me (e eu acreditei), quando antes da campanha eleitoral garantiu, numa escola, que retirar os subsídios de férias e de Natal era um disparate e mera propaganda do partido adversário.
O Sr. Paulo Portas mentiu-me (e eu acreditei), quando foi fazer campanha eleitoral para um bomba de gasolina na fronteira com Espanha, dizendo que o que se passava em Portugal em matéria de preços dos combustíveis era um escândalo, e que resolveria o problema mal chegasse ao governo.
V. Exª disse que os sacrifícios seriam iguais para todos, que lutaria por justiça e equidade (e eu acreditei). Disse que a honestidade, a correcção, os valores pátrios, ético-morais, seriam um paradigma do seu futuro governo (e eu acreditei).
V. Exª prometeu transparência (e eu acreditei), veja-se o caso Miguel Relvas, o caso Ana Moura, por exemplo.
Fui enganado, sinto-me enganado e a réstia de esperança que tinha em muito poucos políticos desapareceu.
O aforismo popular de que “são todos iguais” deixou de ser mera conjectura subjectiva: tornou-se um facto de difícil discussão.


4 – Estou farto, Sr. Primeiro-Ministro, que me falem de sacrifícios, de equidade, quando o Sr. Ministro da Solidariedade Social trocou uma vespa por um bólide caríssimo, no qual afronta a pobreza em que estamos.

Estou farto, Sr. Primeiro-Ministro, quando tenho um incentivo fiscal de 250€ para 2013, e para o ter tenho de gastar mais do que o meu vencimento, sendo tratado não como um cidadão mas como um mentecapto.

Estou farto, Sr. Primeiro-Ministro, que me fale de transparência, quando o seu braço direito, o Sr. Relvas, teve o caso que teve com o jornal Público, foi denunciado publicamente num canal de TV por Helena Roseta de a ter aliciado para favorecer uma empresa onde na altura V. Exª era o responsável, tem um curso que envergonha o país (apesar de legal, segundo dizem), e mentiu no caso das secretas no parlamento, segundo referem os “media”.

V. Exª é conivente, ao manter a confiança política num político que não inspira confiança.

Estou farto, Sr. Primeiro-Ministro, que me falem de igualdade, de equidade, de justiça, quando a classe política não dá o exemplo de austeridade ao povo, aliás, contrariamente, faz o oposto, em carros de luxo, menus de luxo a preço de cantina na Assembleia da República, aumentos encapotados sob a forma de ajudas de custo e / ou despesas de representação.

Estou farto, Sr. Primeiro-Ministro, que me mintam.

Há tempos o Sr. Ministro da Administração Interna referiu, pelo menos por duas vezes, que era preciso dizer ao povo que o plano da troika não visava o crescimento mas apenas a correcção da despesa. No entanto, o discurso inverso, de que este caminho de austeridade louca visa o crescimento, continua a ser injectado por V. Exª.

Estou farto, Sr Primeiro-Ministro, de maus exemplos por parte de quem deveria dar bons exemplos. Refiro-me em concreto às duas principais figuras do Estado português (a 2ª figura foi escolhida por V. Exª), que exercendo cargos de alta responsabilidade dispensaram os respectivos ordenados para auferirem chorudas reformas (mais de 7 mil euros por 10 anos de trabalho, a Srª Assunção Esteves).

Estou farto, Sr. Primeiro-Ministro, que me digam que tudo isto é dentro da Lei (que os senhores elaboram ao longo dos anos, para que possam fazer o que bem entendem).

Estou farto, Sr. Primeiro-ministro, dos ordenados escandalosos dos gestores públicos, enquanto V. Exª vai cortando o pouco que cada português da classe média, e por aí abaixo, auferem ao fim do mês.

Estou farto Sr. Primeiro-Ministro de ver inúmeros “especialistas” no governo de V. Exª, na casa dos 20 anos, a auferirem ordenados equivalentes, por exemplo, a um General em fim de carreira.

Estou farto, Sr. Primeiro-Ministro, que alterem as leis de acordo com os vossos interesses (refiro-me ao subsídio de férias e de Natal), quando ao que consta tal nem sequer foi imposto pela troika, e estava estatuído desde o tempo de Sá Carneiro (que falta fazem homens da sua fibra) que esses subsídios são inalienáveis e impenhoráveis.

Estou farto, Sr. Primeiro-Ministro, de haver leis para uns e leis para outros conforme as conveniências do momento.

Estou farto, Sr. Primeiro-Ministro, que me digam que tudo isto é inevitável pois sabe melhor que eu que não é.
O Sr. Miguel Cadilhe sugeriu há dias que se taxasse 4% sobre a riqueza líquida, numa única vez para amortizar a dívida pública.


Porque não o faz V. EXª? De quem tem medo? Porque insiste em massacrar o povo português quando tem esta hipótese? Ou será que o Sr. Miguel Cadilhe alucinou (não acredito)?


5 – Da minha parte, e embora tenha votado no projecto comum PSD / CDS, não me revejo nesta teimosia de, alucinadamente, ir atrás de um número para o défice, nem que para isso o país morra de fome.

Como cidadão e eleitor, não votei nos senhores para fazerem isto, mas sim para fazerem o que prometeram.

Uma vez que me sinto enganado, não reconheço legitimidade democrática a este governo, pois quem o elegeu, fê-lo partindo dos pressupostos prometidos na campanha eleitoral, e não no tratamento desigual que
estão a ter para com os cidadãos.


6 - É simplesmente execrável:

Que haja cidadãos de 1ª e cidadãos de 2ª;
Que a uns tenha sido cortado o vencimento e a outros não;

Que a uns tenham sido cortados os subsídios de férias e de Natal e a outros não;

Que uns tenham um determinado tratamento e haja regime de excepção para outros;

Que as classes mais favorecidas sejam poupadas em detrimento dos menos favorecidos;

Que eu tenha de andar a pagar os desmandos das entidades bancárias;

Que estas entidades não contribuam para o esforço nacional;

Que se mantenham inúmeros Institutos, quando foi prometido acabar com a maioria deles, observatórios, e outras instituições redundantes que por aí abundam.

É preciso coragem para servir o povo!

Estou farto Sr. Primeiro-ministro!


José Lucas
BI 7849415
jcmlucas@gmail.com
19 Julho 2012


PS – Ouvi na TV, V. Exª dizer que iria tirar uma semana de férias.

Eu não vou poder, mesmo pertencendo à ex-classe média, porque V. Exª tirou-me o subsídio de férias depois de estar no governo (após prometer não o fazer antes de estar no governo). Ficaria muito grato se V. Exª pudesse levar os meus filhos de 9 e 12 anos, com a família de V. Exª, para que possam usufruir de um pouco de praia.

Tenho outro problema: ainda não sei como vou comprar os livros para o próximo ano lectivo, mas isso é outra história, mais lá para diante…






















sexta-feira, 20 de julho de 2012

Os contribuintes pagam aquilo que não lhes pertence

Todos os anos, em Portugal, o drama é o mesmo! Incêndios e mais incêndios! Os Bombeiros perdem as suas vidas, outros arriscam as suas vidas, as pessoas desesperam-se ao ver os seus bens ardidos, os pobres animais morrem queimados, etc...
Será que nunca mais aparece um Governo com cabeça, tronco e membros que consiga colocar um ponto final nesta pouca vergonha?
Muitos devem estar a perguntar como, não é verdade?
Ora bem, nos Países civilizados e bem governados, os proprietários dos terrenos e das matas são obrigados por lei a manterem tudo limpo.
Os serviços competentes enviam um primeiro aviso avisando que tratem das suas propriedades. Ignoram!
Recebem um segundo aviso ao fim de um mês. Voltam a ignorar.
Aí os Serviços competentes mandam limpar, utilizem os sujeitos a quem pagamos o subsídio de Reeincerção Social. Se o recebem contribuam para o País!
Depois do serviço efectuado, a conta é enviada ao proprietario do dito terreno. Não paga? Faz-se o arresto do terreno e o assunto fica resolvido!

Isto de quererem ser proprietários e não terem obrigações... não é nada! São eles os proprietários e os contribuintes os pagantes para se apagar fogos, pagando avionetas vindas do estrangeiro?

Além disso, os senhores moradores na vizinhança das ditas matas, também necessitam de umas sessões de esclarecimento. As matas existentes não são, nem podem ser os caixotes de lixo dos moradores.

As nossas matas estão atulhadas de todo o tipo de lixo que se possa imaginar!

É hora de dizer BASTA!

O Ministro das Finanças só está preocupado em assaltar os bolsos dos contribuintes. Tem aqui uma sugestão para encher os cofres do Estado com as coimas  a passar aos ditos proprietários das matas e terrenos com aspecto de total abandono, mas que...afinal têm dono.

È necessário mandar o Relvas tirar mais um curso para começarem a tomar as medidas necessárias?

Por exemplo, no Canadá, cada proprietário é obrigado a limpar a neve /gelo que se encontra à porta da sua casa. Não o faz, os serviços camarários fazem-no e apresentam a respectiva conta.

Governantes deste País vejam se acordam, se começam a ir buscar os €€€€€ de que tanto necessitam aos proprietários e não aos contribuintes que por vezes nada têm!








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terça-feira, 3 de julho de 2012

Fundação Cidade de Guimarães

CONTRA FACTOS...


 Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães


Folha salarial
(da responsabilidade da Câmara Municipal) dos administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:

- Jorge Sampaio - Presidente do Conselho de Administração:

14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião
- Carla Morais - Administradora Executiva
12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- Manuel Alves Monteiro
- Vogal Executivo
2.000 € mensais + 300 € por reunião

Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €.

Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano (dinheiro injectado pelo Estado Português) em salários.
Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros!!!
Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM!


Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!!

Alguém
acredita em leis anti-corrupção feita por corruptos?

Será que a Sra Merkel sabe disto? Ou será que ela também tem esquemas iguais?...
O Dr Jorge Sampaio e outros com a idade dele, não estariam melhor a jogar golfe ou sentados a ver as imagens da selva no National Geografic?
E o Governo a pagar €300,00 mensais a enfermeiros contratados por 7 horas diárias para os Centros de Saúde!...
A impureza Partidária è transversal à Sociedade Politica Portuguesa.