quinta-feira, 31 de maio de 2012
Nova página
Caros amigos e seguidores,
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Logo, mudei de visual não obstante a forma de olhar para as coisas ser a mesma.
Novos assuntos, novas políticas, novos interesses correm agora no nosso dia a dia.
Portanto, irei enviar-vos o convite em pvt para que, caso queiram, continuem a seguir a página.
Um abraço.
sábado, 14 de abril de 2012
Um exemplo edificante...

é dever cívico dar a conhecer aos ignorantes...que somos nós os pagadores de impostos !
Chama-se António Nogueira Leite.
Quantas horas terá o dia para este senhor?
Tem cá umas olheiras... por elas e por causa do trabalho que desenvolve terá seguramente muito mais que 24.
Senão vejamos:
Foi recentemente nomeado como vice-presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos e, nesta unica função, a ganhar mais de 20 mil euros por mês (nada mal).
Mas, este académico que foi conselheiro de Pedro Passos Coelho (quem diria?), tem mais umas funções (de onde lhe escorrem mais uns eurozitos),
Efectivamente é só, actualmente:
- administrador executivo da CUF,
- administrador executivo da SEC,
- administrador executivo da José de Mello Saúde,
- administrador executivo da EFACEC Capital,
- administrador executivo da Comitur Imobiliária,
e
- administrador (não executivo) da Reditus,
- administrador (não executivo) da Brisa,
- administrador (não executivo) da Quimigal,
- presidente do Conselho Geral da OPEX,
- membro do Conselho Nacional da CMVM,
- vice-presidente do Conselho Consultivo do Banif Investment Bank,
- membro do Conselho Consultivo da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações,
- vogal da Direcção do IPRI,
e
- é membro (quem diria?) do Conselho Nacional do PSD desde 2010, mas isto depois de ter sido governante pelo PS (e esta hein !?).
Não digam que o senhor não tem o sentido da oportunidade.
Merece o que ganha pois trabalha que se farta!!!
É porque este senhor ocupa simultaneamente 14 postos de trabalho de alto nível (excluindo os políticos) e por outros milhares de exemplos similares da nossa praça que há tanta gente desempregada.
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A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos.
(Mia Couto)
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O mágico fez um gesto e desapareceu a fome, fez outro e desapareceu a injustiça, fez um terceiro e desapareceram as guerras.
O político fez um gesto e desapareceu o mágico.
(Woody Allen)
sábado, 31 de março de 2012
As palavras são armas

Os broches Cartier
Quinta-feira, 29 de Março de 2012
Os broches Cartier
Confirma-se. A crise, a tal que tanto nos assustou, não passou de um pesadelo. A crise finou-se mesmo antes de nos magoar. O desemprego, a sopa dos pobres ou a emigração para fugir à fome não passaram de piadas de mau gosto.
O primeiro-ministro já anunciou a retoma e o célebre joalheiro Cartier, atento ao nosso bem-estar, fez o favor de nos confirmar que vai abrir uma loja na Avenida da Liberdade em 2013.
PS/PSD/CDS - Estes são os de Cartier. Os outros estão no Governo, Parlamento, Magistraturas e são sobejamente conhecidos nossos.
Sabia que...
As companhias gregas de navegação possuem cerca de 4.100 navios correspondendo a 16% da frota mercante mundial.
No ano de 2010 o seu rendimento anual ascendeu a mais de 15.4 mil milhões de euros e o montante sujeito a impostos não chegou aos 3 milhões de euros.
As autoridades gregas não podem controlar as suas contas sediadas na Suíça, em Londres, Hong-Kong e isentas para todos os efeitos.
A Igreja possui ações do Banco Nacional Grego e de hotéis, parques de estacionamento, lojas, negócios, florestas, montanhas.
É a maior proprietária de terrenos de todo o país sendo a esmagadora maioria do seu rendimento (cerca de 87%) isenta de impostos.
Mais de 560 mil milhões de euros estão depositados em paraísos fiscais e bancos estrangeiros não controláveis e que isto, só isto, representa o dobro do PIB grego.
Mas há mais:
Sabia que a França, um país tão desejoso de penalizar a Grécia pelo seu «mau comportamento», lhe vendeu, em plena crise, 3 mil milhões de euros em navios de guerra e helicópteros.
Em 2009, sim, não se enganou a ler a data, numa plena crise onde a troika grega obrigou a que a defesa fosse o único ministério a não sofrer cortes.
Parece que a Comissão Europeia gosta de manter os olhos fechados, em relação ao que convém.
Por cá... tudo bem!
Lembram-se da velha historia do Prior do Crato... bom, então leiam bem o anexo.
http://www.4shared.com/office/zoFLKkSv/Crato.html
quinta-feira, 29 de março de 2012
Feriados!!!
A carta aberta da Sara Fidalgo (filha de uma prof que não aguentou mais e se suicidou...)

Carta a professores, alunos, pais, governantes, cidadãos e quaisquer outros que possam sentir-se tocados e identificados. por Sara Fidalgo a Sexta-feira, 9 de Março de 2012 às 11:21 ·
As reformas na educação estão na boca do mundo há mais anos do que os que conseguimos recordar, chegando ao ponto de nem sabermos como começaram nem de onde vieram. Confessando, sou apenas uma das que passou das aulas de uma hora para as aulas de noventa minutos e achei aquilo um disparate total. Tirava-nos intervalos, tirava-nos momentos de caçadinhas e de saltar à corda e obrigava-nos a estar mais tempo sentados a ouvir sobre reis, rios, palavras estrangeiras e números primos. Depois veio o secundário e deixámos de ter “folgas” porque passou a haver professores que tinham que substituir os que faltavam e nós ficávamos tristes. Não era porque não queríamos aprender, era porque as “aulas de substituição” nos cansavam mais do que as outras. Os professores não nos conheciam, abusávamos deles e era como voltar ao zero. Eu era pequenina. E nunca me passou pela cabeça pensar no lado dos professores. Até ao dia 1 de Março. Foi o culminar de tudo. Durante semanas e semanas ouvi a minha mãe, uma das melhores professoras de Inglês que conheci, o meu pilar, a minha luz, a minha companhia, a encher a boca séria com a palavra depressão. A seguir vinham os tremores, as preocupações, as queixas de pais, as crianças a quem não conseguimos chamar crianças porque são tão indisciplinadas que parece que lhes falta a meninice. Acreditem ou não, há pais que não sabem o que estão a criar. Como dizia um amigo meu: “Antigamente, fazíamos asneiras na escola e quando chegávamos a casa levávamos uma chapada do pai ou da mãe. Hoje, os miúdos fazem asneiras e os pais vão à escola para dar a dita chapada nos professores”. Sim, nos professores. Aqueles que tomam conta de tantos filhos cujos pais não têm tempo nem paciência para os educar. Sim, os professores que fazem de nós adultos competentes, formados, civilizados. Ou faziam, porque agora não conseguem.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Um dia a Caixa vem abaixo


Quando um administrador do Banco do Estado que foi reconduzido ainda apenas há apenas seis meses dali sai e vai trabalhar para a concorrência, como fez Santos Ferreira e Armando Vara, é legítimo que se levantem interrogações, ou serei só eu que estou a ver mal a coisa?
Eu sei, reconheço que o meu feitio não ajuda, mas também como é que podia ter bom feitio se passam a vida a gozar com a minha cara, com a minha e com a vossa, mas por isso mesmo precato-me para tiradas mais manhosas da minha parte. Tirei-me de cuidados, nunca fiando a 100% na memória que na minha idade até pode atraiçoar-me e fui confirmar.
Jorge Tomé o administrador da Caixa Geral de Depósitos responsável pela compra recentemente concluída de 70% da Banif CVC sai da Caixa e vai trabalhar para onde? Para o banco com quem fez o negócio, o Banif! Como Presidente da Comissão Executiva.
Não, não sou eu que ponho em causa a bondade do negócio, são eles que se põem a jeito ou então fazem de nós parvos.
O que ressalta também no meio disto tudo é que a Caixa já teve melhores dias, não vai há muito que se mordiam uns aos outros por um lugar no Conselho de Administração, agora ainda apenas decorridos 6 meses da nomeação daquele Conselho são já dois os que partiram, pior mesmo é quando vão directamente para a concorrência. Longe vão os tempos em que o segredo era a alma do negócio. Fica-se mesmo com a impressão de que toda a gente ali vai precisamente para se pôr a par do negócio, ganhar nome na praça e depois ala que se faz tarde.
Esta história trouxe-me à memória um outro administrador da Caixa, Júlio Rodrigues, já falecido, mas daqueles da casa, subiu a pulso, sem trampolim nem vara, que vestia mesmo a camisola, que entra pela sala de reuniões adentro, vermelho de raiva, sem conseguir articular palavra, “calma doutor", lá lhe fui recomendando, "mas diga lá o que se passa", "traição Adriano, traição", era o que lhe saía da boca, mas da alma saía muito. Tavares Moreira, outro espertalhaço da laia de Oliveira e Costa e Dias Loureiro, tinha saído do Conselho de Administração da Caixa há apenas dois dias para Secretário de Estado do governo de Cavaco Silva e apressara-se a tomar algumas medidas que lesavam fortemente a empresa, sem qualquer aviso prévio, sabia como e onde a atingir.
A Caixa sobreviveu, Tavares Moreira acabou por ser inibido de exercer de funções de administração em instituições de crédito por um período de sete anos e uma coima de 180 mil euros por gestão danosa no Central Banco de Investimento, tal a propensão desta gente para as "negociatas", pena Júlio Rodrigues já não assistir.
Agora são outros os actores, a Caixa está encalacrada no BPN, em França e em Espanha, a juntar a isso vai ser espoliada da componente seguradora. Sobreviverá?
http://salvoconduto.blogs.sapo.pt/
quarta-feira, 7 de março de 2012
O patuá de dois malandros provincianos, com tiques de Gente Normal
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