domingo, 23 de outubro de 2011

Até os cachorros se apoiam, enquanto o ser humano...

Cadela cega que vive num abrigo em Inglaterra tem um cão-guia.




A cadelinha Lily, de seis anos, espera ansiosamente por um novo dono. Mas o candidato deve ter uma casa grande o suficiente para a abrigar a ela e ao seu melhor amigo, Maddison, os dois da raça great dane.

Lilly perdeu a visão quando tinha um ano e seis meses.

Ela teve um problema nos olhos e os veternários foram obrigados a removê-los. Desde então Maddison, de sete anos, acompanha e guia Lilly para qualquer lugar que eles vão.

Segundo reportagem do jornal “Daily Mail”, os dois amigos vivem juntos num abrigo na cidade de Shreusbury, em Shropshire, na Inglaterra. A administradora do abrigo, Louise Campbell, diz que na maior parte do tempo, Maddison guia Lily tocando nela. “É lindo de ver. Maddison é muito cuidadoso em relação e Lily e está sempre a olhar por ela”, contou.

Por causa da cegueira, Lily desenvolveu melhor outros sentidos. Ela é capaz de se governar sozinha, como um cachorro normal, mesmo que Maddison não esteja por perto. Ainda assim, eles não se separam. “Eles são muito próximos e gostam da companhia um do outro”, enfatiza Louise.






Maddison está sempre por perto

Foto: Reprodução / Mail Online













http://noturna.posterous.com/cadela-cega-que-vive-num-abrigo-em-inglaterra

Perguntas ao Sr. Silva ...


Perguntas ao Sr. Presidente Cavaco Silva sobre Oliveira e Costa, Duarte Lima, e Dias Loureiro
Tiago Mesquita (www.expresso.pt)




Gostava de ouvir o Presidente Aníbal Cavaco Silva falar um pouco sobre estes três senhores. Acólitos, amigos de casa, colegas de partido, de governo e de lideranças, conselheiros e companheiros de aventuras e lutas partidárias, vizinhos de Verão e sardinhadas.

Exmo. Sr. Presidente da Republica,

Tendo em conta tudo o que se tem passado, deixo-lhe algumas perguntas que me têm assolado o espírito, e estou certo que o de muitos portugueses, e que gostaria de ver respondidas, sabendo que jamais isso acontecerá.

1 - Onde pára Dias Loureiro?

2 - Há quanto tempo não fala com ele?

3 - Dias Loureiro foi Conselheiro de Estado. Alguma vez seguiu os conselhos dele?

4 - Não acha estranho que alguém que diz não ter posses e declarar uma miséria ir depor de Jaguar com motorista?

5 - Conseguia emprestar 5 euros a Dias Loureiro para ir ao café, sem pedir fiador na operação?

6 - Se nunca soube absolutamente nada do que se passava no BPN e na SLN, de que falava com esta rapaziada quando se juntavam na vivenda "Mariani"? Agora à distância, não se sente de alguma forma "traído" por lhe terem escondido tanta coisa?

7 - Oliveira e Costa é um bom vizinho no Algarve, ou é daqueles chatos que aparece a dizer que lhe faltou a luz por causa da andorinha que fez ninho na caixa da electricidade e depois fica até se acabar a garrafa de Chivas?

8 - O Sr. Presidente era homem para aplicar 200 mil euros seus numa poupança recomendada pelo seu amigo Oliveira e Costa? (na resposta considerar que este senhor perdeu 275 mil euros com a venda de acções que lhe fez)

9 - Acha que Duarte Lima "despachou" a velha no Brasil? (Se a resposta for não passar à pergunta 11)

10 - O que o leva a crer que sim? Alguma vez viu Duarte Lima ser agressivo com um idoso?

11 - Considera ter azar com os amigos que escolhe ou gosta de se rodear de gente com problemas com a justiça, desde crimes de colarinho branco aos de sangue?

12 - Acha que é injusto o provérbio português "diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és" ou concorda com ele?

sábado, 22 de outubro de 2011

«O BURACÃO» farmacêutico




(alguém foi entrevistado por um jornalista, e disse o seguinte:)

«- Há uma grande fraude que se está a passar nas farmácias.
- Ai sim? Ora conte lá isso...
- O senhor jornalista lembra-se de quando ia aviar remédios à farmácia e lhe cortavam um bocadinho da embalagem e a colavam na receita, que depois era enviada para o Ministério da Saúde, para reembolso às farmácias?
- Lembro, perfeitamente... Mas isso já não existe, não é verdade?
- É... Agora é tudo com código de barras. E é aí que está o problema... É aí que está a fraude. Deixe-me explicar: como o senhor sabe, há muita gente que não avia toda a receita. Ou porque não tem dinheiro, ou porque não quer tomar um dos medicamentos que o médico lhe prescreveu e não lhe diz para deixar de o receitar. Ora, em algumas farmácias - ao que parece, muitas - o que está a acontecer é que os medicamentos não aviados são na mesma processados como se o doente os tivesse levantado. É só passar o código de barras e já está. O Estado paga.
- Mas o doente não tem que assinar a receita em como levou os medicamentos? - Perguntei.
- Tem. Mas assina sempre, quer o levante, quer não. Ou então não tem comparticipação... Teria que ir ao médico pedir nova receita...
- Continue, continue - Convidei
- Esta trafulhice acontece, também, com as substituições. Como também saberá, os medicamentos que os médicos prescrevem são muitas vezes substituídos nas farmácias. Normalmente, com a desculpa de que "não há... Mas temos aqui um igualzinho, e ainda por cima mais barato". Pois bem: o doente assina a receita em como leva o medicamento prescrito, e sai porta fora com um equivalente, mais baratinho. Ora, como não é suposto substituírem-se medicamentos nas farmácias, pelo menos quando o médico tranca as receitas, o que acontece é que no processamento da venda, simula-se a saída do medicamento prescrito. É só passar o código de barras e já está. E o Estado paga pelo mais caro...
Como o leitor certamente compreenderá, não tomei de imediato a denúncia como boa. Até porque a coisa me parecia simples de mais. Diria mesmo, demasiado simples para que ninguém tivesse pensado nela. Ninguém do Estado, claro está, que no universo da vigarice há sempre gente atenta à mais precária das possibilidades. Telefonei a alguns farmacêuticos amigos a questionar...
- E isso é possível, assim, de forma tão simples, perguntei.
- É!... Sem funfuns nem gaitinhas. É só passar o código de barras e já está, responderam-me do outro lado da linha.
- E ninguém confere? - Insisti.
- Mas conferir o quê? - Só se forem ter com o doente a confirmar se ele aviou toda a receita e que medicamentos lhe deram. De outro modo, não têm como descobrir a marosca. E ó Miguel, no estado a que as coisas chegaram, com muita malta à rasca por causa das descidas administrativas dos preços dos medicamentos... Não me admiraria nada se viessem a descobrir que a fraude era em grande escala...
E pronto... Aqui fica a denúncia, tal qual ma passaram...
Se for verdade... Acho que é desta que o Carmo e a Trindade caem mesmo!»

Mas a nossa Comunicação Social anda mais interessada no diz que disse e não disse e nas politiquices entre os partidos, em vez de se preocuparem e saberem informar o País com notícias que acabem com certos cambalachos e interesses de vigários.

Não há dúvida que vivemos num País miserável aonde só imperam os interesses!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Quadrilha organizada arrasa e limpa tudo o que é riqueza em Portugal.



Não há memória de maior roubo ao Estado Português.
Feito à luz do dia, ao longo de anos, narrado nos jornais com todos os pormenores, sem que a polícia ou os tribunais lhe pusessem cobro.

O BPN/SLN foi urdido, criado e gerido, expressamente para roubar os depositantes e o Estado português.
Uma associação criminosa formada por governantes do PSD, incluindo o actual Presidente da República, que, com o PS nacionalizou o banco falido, comprando só o lixo, e que agora que com o PSD o privatiza, vendendo só o que tem valor, aos mesmos apaniguados do PSD.

Um prejuízo de 10 mil milhões, para Portugal!
Um lucro de 10 mil milhões, para a gatunagem no poder!
Uma manobra de gatunos bem combinados e coordenados.

Não é o Estado que é mau gestor.
São os governos do PS e do PSD que são associações criminosas dedicadas ao roubo do Estado.

Aqui estão eles......a cambada





ISTO É UMA AFRONTA AOS MILHÕES DE PORTUGUESES QUE SE DEBATEM COM MUITAS DIFICULDADES PARA SOBREVIVER, PARA NÃO FALAR NOS MISERÁVEIS QUE POR AÍ HÁ!!!

O MAL DE PORTUGAL E DO MUNDO, CRIADO PELO SISTEMA, TAL COMO TEM SIDO GERIDO, RESULTA DISTO MESMO, DAS ENORMÍSSIMAS DESIGUALDADES SOCIAIS.

EM PAÍSES COMO A DINAMARCA, SUÉCIA, NORUEGA FINLÂNDIA, POR EXEMPLO, ONDE FOI APLICADA LOGO NO APÓS II GUERRA MUNDIAL UMA POLÍTICA DE MAIOR JUSTIÇA SOCIAL, NÃO SE VERIFICAM SITUAÇÕES COMO ESTAS, PORQUÊ?

PORQUE, ENQUANTO QUE UM GESTOR PÚBLICO NESSES PAÍSES RECEBE CERCA DE 50% MENOS DE SALÁRIO QUE OS GESTORES PORTUGUESES, AO CONTRÁRIO, O SALÁRIO MÍNIMO NESSES MESMOS PAÍSES, TRIPLICA O SALÁRIO MÍNIMO QUE É PRATICADO EM PORTUGAL.

Cheques são apagados no microondas



Cheques preenchidos por máquinas de preencher cheques, aquelas quando você
só assina depois de preenchido automaticamente pela máquina, numa
''cortesia'' do local onde você está pagando, podem ser apagados em
microondas, sobrando apenas a sua assinatura, que é feita a caneta,
diferente do restante feito com a tinta da máquina de preencher cheques.

Golpistas descobriram um jeito de adulterar os valores de cheques que são
preenchidos em máquinas eletrônicas. Os valores dos cheques impressos
mecanicamente são apagados quando colocados em fornos microondas por
determinado tempo e potência.

Com o procedimento, apenas a assinatura do cliente, feita a caneta,
permanece intacta. Assim, os cheques podem ser preenchidos novamente.

"O preenchimento [pela máquina] é feito com toner, que é um pó. Este pó é
desintegrado dentro do microondas", diz o perito em falsificações Arnaldo
Ferreira.

Nos últimos dois meses, numa mesma agência bancária recebeu 11 cheques
adulterados da mesma forma.

Segundo os perito, um cheque de ? 27,00, foi "compensado" dois meses
depois, pela quantia de ?4.200,00.

O perito recomenda, como precaução, usar-se a caneta para o
preenchimento dos cheques.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Decreto-Lei n.º 496/80 de 20 de Outubro

Decreto-Lei n.º 496/80 de 20 de Outubro

(...)
O presente diploma vem regular de forma sistemática a atribuição dos subsídios de férias e de Natal ao funcionalismo público, satisfazendo uma necessidade que já se fazia sentir à data da publicação do Decreto-Lei n.º 204-A/79, de 5 de Julho.

(...)

CAPÍTULO IV


Disposições finais

Art. 17.º Os subsídios de Natal e de férias são inalienáveis e impenhoráveis.

Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 30 de Julho de 1980.

- Francisco Sá Carneiro.

Promulgado em 10 de Outubro de 1980.

Publique-se.
O Presidente da República, ANTÓNIO RAMALHO EANES.