quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Abolição de Feriados (sugestões)

O primeiro feriado a ser anulado deve ser o 25 de Dezembro, pois sem o
respectivo subsídio não faz sentido comemorar tristezas!

Depois o 1 de Maio, uma vez que estamos praticamente com a maioria dos
trabalhadores no desemprego!

O 25 de Abril deve ser só considerado tolerância de ponto entre as
00H00 e as 6H00 da manhã!

O 10 de Junho deve ser eliminado, uma vez que quem manda nisto é a troika!

Devemos manter-nos inflexíveis na defesa do 2 de Novembro, pois é o
dia dos mortos. Aliás...com um bocadinho de jeito ainda dizem: Morreu, tá morto...também já não vale a pena fazer nada"!!!

Carta aberta

Reencaminho conforme recebi!...

Leiam. Está muito bem escrita e acerta vários tiros na "mouche", porém nem todos, e outros ou fazem ricochete ou batem ao lado. Bom, bem feitas as contas, opiniões são opiniões e valem o que valem. É certo e sabido que ninguém pode passar entre os pingos da chuva sem se molhar...




Carta Aberta ao venerando chefe do estado a que isto chegou

Senhor Presidente,

Há muito muito tempo, nos dias depois que Abril floriu e a Europa se abriu de par em par, foi V.Exa por mandato popular encarregue de nos fazer fruir dessa Europa do Mercado Comum, clube dos ricos a que iludidos aderimos, fiados no dinheiro fácil do FEDER, do FEOGA, das ajudas de coesão e mais liberalidades que, pouco acostumados, aceitámos de olhar reluzente, estranhando como fácil e rápido era passar de rincão estagnado e órfão do Império para a mesa dos poderosos que, qual varinha mágica, nos multiplicariam as estradas, aumentariam os direitos, facilitariam o crédito e conduziriam ao Olimpo até aí inatingível do mundo desenvolvido. Havia pequenos senãos, arrancar vinhas, abater barcos, não empatar quem produzisse tomate em Itália ou conservas em Marrocos, coisa pouca e necessária por via da previdente PAC, mas, estando o cheque passado e com cobertura, de inauguração em inauguração, o país antes incrédulo, crescia, dava formação a jovens, animava a construção civil , os resorts de Punta Cana e os veículos topo de gama do momento. Do alto do púlpito, que fora do Obreiro da Nação durante o Estado Novo, V.Exa passaria à História como o Modernizador, campeão do empreendedorismo, símbolo da devoção à causa pública, estóico servidor do povo a partir da marquise esconsa da casa da Rua do Possôlo. Era o aplicado aluno de Bruxelas, o exemplo a seguir no Mediterrâneo, o desbravador do progresso, com o mapa de estradas do ACP permanentemente desactualizado. O tecido empresarial crescia, com pés de barro e frágeis sapatas, mas que interessava, havia pão e circo, CCB e Expo, pontes e viadutos, Fundo Social Europeu e tudo o que mais se quisesse imaginar, à sombra de bafejados oásis de leite e mel, Continentes e Amoreiras, e mais catedrais escancaradas com um simples cartão Visa.

Ao fim de dez anos, um pouco mais que o Criador ao fim de sete, vendo a Obra pronta, V.Exa descansou, e retirou-se. Tentou Belém, mas ingrato, o povo condenou-o a anos no deserto, enquanto aprendizes prosseguiam a sanha fontista e inebriante erguida atrás dos cantos de sereia, apelando ao esbanjamento e luxúria.

No início do novo século, preocupantes sinais do Purgatório indicaram fragilidades na Obra, mas jorrando fundos e verbas, coisa de temerários do Restelo se lhe chamou. À porta estava o novo bezerro de ouro, o euro, a moeda dos fortes, e fortes agora com ela seguiríamos, poderosos, iguais. Do retiro tranquilo, à sombra da modesta reforma de servidor do Estado, livros e loas emulando as virtudes do novo filão foram por V.Exa endossados , qual pitonisa dos futuros que cantam, sob o euro sem nódoa, moeda de fortes e milagreiro caminho para o glorioso domínio da Europa. Migalha a migalha, bitaite a bitaite, foi V.Exa pacientemente cozendo o seu novelo, até que, uma bela manhã de nevoeiro, do púlpito do CCB, filho da dilecta obra, anunciou aos atarantados povos estar de volta, pronto a servir. Não que as gentes o merecessem, mas o país reclamava seriedade, contenção, morgados do Algarve em vez de ostras socialistas. Seria o supremo trono agora, com os guisados da Maria e o apoio de esforçados amigos que, fruto de muito suor e trabalho, haviam vingado no exigente mundo dos negócios, em prol do progresso e do desenvolvimento do país.

Salivando o povo à passagem do Mestre, regressado dos mortos, sem escolhos o conduziram a Belém, onde petiscando umas pataniscas e bolo-rei sem fava, presidiria, qual reitor, às traquinices dos pupilos, por veladas e paternais palavras ameaçando reguadas ou castigos contra a parede. E não contentes, o repetiram segunda vez, e V. Exa, com pungente sacrifício lá continuou aquilíneo cônsul da república, perorando homilias nos dias da pátria e avisando ameaçador contra os perigos e tormentas que os irrequietos alunos não logravam conter. Que preciso era voltar à terra e ao arado, à faina e à vindima, vaticinou V.Exa, coveiro das hortas e traineiras; que chegava de obras faraónicas, alertou, qual faraó de Boliqueime e campeão do betão; que chegava de sacrifícios, estando uns ao leme, para logo aconselhar conformismo e paciência mal mudou o piloto.

Eremita das fragas, paroquial chefe de família, personagem de Camilo e Agustina, desprezando os políticos profissionais mas esquecendo que por junto é o profissional da política há mais anos no poder, preside hoje V.Exa ao país ingrato que, em vinte anos, qual bruxedo ou mau olhado, lhe destruiu a obra feita, como vil criatura que desperta do covil se virou contra o criador, hoje apenas pálida esfinge, arrastando-se entre a solidão de Belém e prosaicas cerimónias com bombeiros e ranchos.

Trinta anos, leva em cena a peça de V.Exa no palco da política, com grandes enchentes no início e grupos arregimentados e idosos na actualidade. Mas, chegando ao fim o terceiro acto, longe da epopeia em que o Bem vence o Mal e todos ficam felizes para sempre, tema V.Exa pelo juízo da História, que, caridosa, talvez em duas linhas de rodapé recorde um fugaz Aníbal, amante de bolo-rei e desconhecedor dos Lusíadas, que durante uns anos pairou como Midas multiplicador e hoje mais não é que um aflito Hamlet nas muralhas de Elsinore, transformado que foi o ouro do bezerro em serradura e sobrevivendo pusilânime como cinzento Chefe do estado a que isto chegou, não obstante a convicção, que acredito tenha, de ter feito o seu melhor.

Respeitoso e Suburbano, devidamente autorizado pela Sacrossanta Troika


A Reformada que vive à custa do marido

Uma reformada com 800 euros de pensão que vive à custa do marido. Por esta e por muitas outras é que a pensão máxima vai passar aos 800€?

A casinha no Algarve e a reforma, são dados pessoais e ninguém teria que
meter o bedelho, não fosse o caso do seu esposo e reeleito Presidente da
República ter explicitamente referido a situação de que a sua esposa "só"
auferia 800 EUR de reforma...(tadinha...)

Houve difamação, dizem os seus apaniguados, mas então atentem no caso
estranho da ...


*DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS DE **MARIA CAVACO SILVA*

*- BCP:

**Conta à ordem nº 882022 (1ª Titular) - 21.297,61 Euros;*

* Depósito a prazo: 350.000,00 EUR (vencimento 4/04/2011);*



*- BPI:

**Conta à ordem nº 60933.5 - 6.557 Euros;*

* Depósito a Prazo: 140.000,00 Euros (juro 2,355%,
vencimento em 21/02/2011);*

* Depósito a Prazo: 70.000.00 Euros (juro 2.355%,
vencimento em 20/03/2011).*



*- PPR: ** 52.588,65 Euros;*



*- Acções detidas: *

* BPI - 6287;*

* BCP - 70.475;*

* BRISA - 500;*

* COMUNDO - 12;*

* ZON - 436;*

* Jerónimo Martins - 15.000;*



*- Obrigações BCP FINANCE: **330 unidades (Juro Perpétuo 4.239%);*



*- FUNDOS DE INVESTIMENTO:*



* *Fundo AVACÇÕES DE PORTUGAL - 2.340 unidades;*

* Milenium EURO CARTEIRA - 4.324.138 unidades;*

* POJRMF FUNDES EURO BAND EQUITY FUND - 118.841.510 unidades;*



*Para uma "professora reformada" com 800 euros, esta poupança é
bestial...!!!*

*AQUI ESTÁ UMA VERDADEIRA INVESTIDORA ...!!!!*

64 mil € para a Fundação Mário Soares

A Fundação Mário Soares vai receber, este ano, pelo menos 64.825 euros de apoio financeiro da vereação da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa (CML).

Para além dos 50 mil euros anuais que "o Município está obrigado" a dar como "apoio financeiro" à fundação de Soares, acrescem mais 14.825 euros, propostos pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto – e que vão hoje a discussão e votação em reunião de Câmara.

O protocolo entre o município de Lisboa e a Fundação Mário Soares, que obrigava a um apoio anual entre 30 e cerca de 44.000 euros, foi assinado a 07 de Novembro de 1995, pelo presidente da Câmara, Jorge Sampaio, vigorando durante 10 anos, ou seja, até 2015.

Foi actualizado para 50 mil euros em Julho de 2010, pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, como "reconhecimento do trabalho levado a cabo pela Fundação".

Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/64-mil--para-a-fundacao-mario-soares


Na FDL aprendi que as Fundações são pessoas jurídicas dotadas pelo seu Fundador de um acervo patrimonial que é gerido por forma a desenvolver actividades em domínios diversos, como sejam a cultura, a arte, a investigação, o apoio a projectos relevantes, etc. Como exemplos paradigmáticos tínhamos, então, a F. Gulbenkian e temos, mais recente, a F. Champalimaud e a F. da Jerónimo Martins, a dita, salvo erro, F. Soares dos Santos, a que preside o António Barreto. Há outras. Só que, de há uns bons tempos para cá, desfigurando e abusivamente se apropriando desse genuíno perfil estatutário, vêm brotando, como cogumelos, verdadeiros abortos fundacionais, de cariz público ou privado, que não passam de grosseiras desconstruções jurídicas destinadas a sacar subsídios e privilégios do Estado, das Regiões e das Autarquias e/ou a desviar avultadas verbas públicas para fins que escapam a um adequado/efectivo controlo democrático. Trata-se, bem vistas as coisas, de Maquinações, que não de Fundações. Se essas e outras forem finalmente desactivadas, talvez um dia vejamos como bendita esta crise maldita.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

45 000€, por dia. É obra!!!E não se pode 'privatizar' a Presidência da República ?




45 000€, por dia. É obra. Por dia...nada de confusões, por dia!!!.....

Ó meus Amigos, é que se as contas estão bem feitas, aíííí senhor presidente, vá lá cantar para sua rua...12 assessores e 24 consultores para ouvirmos suas intervenções tão pouco incisivas ???!!!...
o 'Zé' Mário Branco cantava, faz uns anitos já, assim - "Qual é a tua ó meu?..." E já agora... qual é a 'vossa'?... Então fiquem-se lá com a 'dele'... (a do senhor Silva...! [Jardim dixit ])
Fiquem bem... se for caso disso...


45 mil euros por dia para a Presidência da República.

As contas do Palácio de Belém

O DN descobriu que a Presidência da República custa 16 milhões de euros por ano

(163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes), ou seja, 1,5 euros a cada português.Dinheiro que, para além de pagar o salário de Cavaco, sustenta ainda os seus 12 assessores e 24 consultores,bem como o restante pessoal que garante o funcionamento da Presidência da República.

A juntar a estas despesas, há ainda cerca de um milhão de euros de dinheiro dos contribuintes que todos os anos serve para pagar pensões e benefícios aos antigos presidentes.

Os 16 milhões de euros que são gastos anualmente pela Presidência da República colocam Cavaco Silva entre os chefes de Estado que mais gastam em toda a Europa, gastando o dobro do Rei Juan Carlos de Espanha (oito milhões de euros)

sendo apenas ultrapassado pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy (112 milhões de euros) e pela Rainha de Inglaterra, Isabel II, que 'custa' 46,6 milhões de euros anuais.

E tem, o senhor Aníbal Cavaco Silva,a desfaçatez de nos vir dizer que "os sacrifícios são para ser 'distribuídos' por todos os portugueses"...

... 'Atão' tá bem ó meu! ...

(...? E não se pode 'privatizar' a Presidência da República ?...)

Estão a gozar com a nossa cara!

Os nomes dos políticos que recebem do Estado a pensão mensal vitalícia, passaram a ser secretos. Comissão Nacional de Protecção de Dados cujo presidente é eleito pelos deputados, considera que "a pensão mensal vitalícia não é uma informação pública...." in Correio da Manhã

Os partidos políticos criaram em Portugal, um sistema de roubo legal para os seus membros, baseado na acumulação de reformas e pensões vitalícias. Só o número de ex deputados com pensão para toda a vida (de todas as cores e para todos os gostos) já ultrapassa os 400 beneficiários. O valor dessa regalia rondará os oitocentos mil Euros por mês. Mário Soares "papa de reformas" mais 500.000 Euros por ano. Alberto João Jardim, tem uma reforma do Estado de 4.124 Euros, obtida num serviço público onde nunca trabalhou (Secretaria Regional de Turismo), recebe um ordenado por inteiro de 84 mil Euros. Acresce a este valor mais 40% de despesas de representação, o que dá 94.467 Euros, ganha mais do que o primeiro-ministro Espanhol. Cavaco Silva recebe do Banco de Portugal 4.152 Euros, da Universidade Nova de Lisboa 2.328 Euros e de primeiro-ministro 2.876 Euros. Manuel Alegre recebe um valor de 3.219,95 Euros por ter trabalhado um ano RDP num cargo que nem ele sabe qual era (1974/1975). Santana Lopes obteve uma reforma de primeiro-ministro após seis meses de trabalho, que acumulou depois com a reforma de deputado. Marques Mendes mal fez 50 anos de idade, tratou de logo de requerer uma pensão de 2.905 Euros. Freitas do Amaral, ao saber que lhe faltava pouco tempo para obter a reforma vitalícia de deputado, desligou-se do CDS, mas não da Assembleia da Republica enquanto não completou o tempo necessário para a obter. Carlos Brito, quando obteve a sua reforma, mandou "passear" o PCP, onde durante décadas militou. Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, quando atingiu os 8 anos necessários para solicitar a sua reforma de deputado, mandou a Assembleia às urtigas. Mira Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva depois de obter uma reforma de deputado, em 21 meses obteve uma reforma da Caixa Geral de Depósitos no valor de 18.000 Euros mensais. Campos e Cunha, ministro das finanças de Sócrates, após ter trabalhado 6 anos no Banco de Portugal, e com apenas 49 anos, obteve uma reforma de 114.784 Euros. Diogo Leite Campos, do PSD. À semelhança de outros camaradas de partido, bastarem-lhe 6 anos no Banco de Portugal para obter mais uma reforma do Estado. Vasco Franco, figura de proa do PS, obteve uma reforma de deputado de 3.035 Euros. Recebe ainda uma outra como deficiente de guerra por ter sido ferido em Moçambique depois de 1974. Centenas de governantes e deputados de todas as cores políticas, independentemente da sua idade ou da sua competência,têm sido contemplados e nós, os nossos filhos e os nossos netos iremos suportar por muitos e bons anos estas reformas douradas. Será que estes (e outros)também vão pagar 50% do 14º mês?????????

TODOS PELA DEVOLUÇÃO DOS PRÉMIOS !!!

Como é do conhecimento geral, tem-se agora tornado público as ciclópicas dívidas à Banca Financeira, de certas (quase todas) Empresas Públicas como, p.ex., REFER, TAP, METRO, CARRIS, etç., e isto porque não conseguem mais financiamento.
Estas grandes dívidas estavam no segredo dos deuses. Agora já não podem mais ser escondidas.

Acontece que ao longo dos anos, os Administradores (grandes cérebros) foram recebendo anualmente repugnantes Prémios Milionários pelos 'excelentes desempenhos'.

Está na hora! ... Vai ser agora !

O 'Movimento Geração à Rasca' deverá organizar uma Petição ao Governo para que sejam devolvidos todos os fraudulentos prémios recebidos pelos administradores das Empresas Públicas que acumularam prejuízos ao longo da sua existência, ou pelo menos desde 2000.
Tal como o Teixeira fez à maioria dos pobres Portugueses, mais ou menos incautos (penhorando impiedosamente os seus parcos recursos e lares) agora é a hora de exigir aos Sacadores do Estado a devolução (com ou sem penhora) dos valores sacados.

Caso o Governo não satisfaça esta Petição, deverá ser organizada uma Manifestação Nacional, junto da Assembleia da Republica em dia a determinar.