quarta-feira, 17 de agosto de 2011

António Lobo Xavier



Convém recordar:

Administrador não executivo da Sonaecom, da Mota-Engil e do BPI, António Lobo Xavier auferiu 83 mil euros no ano passado (não está contemplado o salário na operadora de telecomunicações, já que não consta do relatório da empresa). Tendo estado presente em 22 encontros dos conselhos de administração destas empresas, o advogado ganhou, por reunião, mais de 3700 euros.

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Estes é um dos indivíduos que vai rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de sacrifícios e de redução de salários...

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terça-feira, 16 de agosto de 2011

É com papas e bolos que se enganam os tolos




Estando aqui sentado muito calmamente entra uma mensagem no meu telemóvel. Um telemóvel com um número que é privado (não identificado) por razões pessoais.
Tratava-se de uma mensagem cujo remetente era SIC.

O texto era o seguinte:
"O seu número foi seleccionado para poder ganhar 500€/dia, 5000€/semana e 1 MINI! Envie já um SMS com pa palavra SIC para o 62900. A inscrição é GRÁTIS!"

Por curiosidade assim fiz. No momento a seguir, quenem tempo tive para respirar recebo novo SMS a dizer o seguiinte:
"Bem vindo a Ilha do Tesouro SIC! Para encontrar 500€/dia, 5000€/semana e 1 MINI no final, envie já SIC p/ 0 68988 (1m23€/sms). Encontre os pr
emios e GANHE!"

Enviei sms chamando-os de vigaristas! Resposta logo de seguida:
"UAU, pode estar orestes a encontrar 500€, 5000€ e 1 MINI! Para desistir envie sair p/62900. Consulte o regulamento em www.sic.pt. Envie já SIC para 68988!"

Não respondi! Entra nova mensagem!
"Continue a andar em direcção aos 500€, aos 5000€ e ao MINI Countryman. Basta enviar SIC para 68988!"

E é com este tipo de "gracinhas" que se vai enganando o Zé Povinho. Como é que a TMN(PT) fornece os números dos telefones, sendo eles à partida confidenciais?

Não há dúvida que neste País de vigaristas e corruptos vale tudo...até arrancar olhos!



A maior lavandaria de dinheiro do mundo ameaça falir



A Suíça estremece.
Zurique alarma-se.
Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes.
Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo.
Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.
O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama.
O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.
A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco.
O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos.
Os suíços, então, passaram os nomes.
E a vida bancária foi retomada tranquilamente.
Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.
Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!
O banco protestou.
A Suíça está temerosa.
O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.
Mas como resistir?
A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.
Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido.
O segredo bancário suíço não é coisa recente.
Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714.
No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.
Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe económica.
Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.
E não se trata apenas do UBS.
Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira.
O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.
Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.
Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.
O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental.
Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...
Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi?
Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Máfia Russa?
Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios (Isaltino Morais) têm chorudas contas na Suíça?
Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?
Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?
Tudo lá ficou para sempre e em segredo...
Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.
Na mini cúpula europeia que se realizou em Berlim, (em preparação ao encontro do G-20 em Londres), França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.
"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.
No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias.
Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adoptadas contra os paraísos fiscais.
Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade económica mundial, todas as tentativas eram abortadas.
Hoje, estamos em crise.
Viva a crise!!!
Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido.
Hoje ele é presidente.
É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.
Nos anos 30, os americanos conseguiram laçar Al Capone.
Sob que pretexto?
Fraude fiscal.
Para muito breve, a queda do império financeiro suíço!




Dinheiro dos bancários

A transferência do fundo de pensões da Banca tapa uma pequena parte
do buraco das contas públicas causado pelo BPN e por mais uma derrapagem
financeira da Madeira, mas vai criar um problema.

No imediato, a nacionalização resulta num encaixe, mas esse dinheiro
serve para pagar pensões e, como já foi gasto no momento da nacionalização,
o Estado deve assumir as responsabilidades futuras com os pensionistas.

O problema é que, num país cada vez mais envelhecido e mais pobre, os
beneficiários destes fundos terão de ratear com os outros contribuintes
as escassas poupanças que daqui a 20 anos haverá no Estado para honrar
os compromissos com a Caixa Geral de Aposentações e na Segurança Social.

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Fundos-de-pensoes-da-banca-pagam-buraco-com-BPN-e-Madeira.rtp&article=469477&visual=3&layout=10&tm=6



Por:Armando Esteves Pereira, Director-Adjunto

Correio Directo

Mas aonde é que vamos nós parar?

E chamam a isto CRISE ? E pedem sacrificios aos portugueses?
Alguns dos que vão rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de sacrifícios e da implementação das reformas estruturais de que Portugal precisa para responder aos desafios de uma economia cada vez mais globalizada. E depois é isto que se lê!!!

DAR II SÉRIE-E — NÚMERO 1 2 PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

DAR II SÉRIE-E — NÚMERO 1 2 PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Despacho n.º 1/XII — Relativo à atribuição ao ex-Presidente da Assembleia da República Mota Amaral de um gabinete próprio, com a afectação de uma secretária e de um motorista do quadro de pessoal da Assembleia da República.



Ao abrigo do disposto no artigo 13.º da Lei de Organização e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República (LOFAR), publicada em anexo à Lei n.º 28/2003, de 30 de Julho, e do n.º 8, alínea a), do artigo 1.º da Resolução da Assembleia da República n.º 57/2004, de 6 de Agosto, alterada pela Resolução da Assembleia da República n.º 12/2007, de 20 de Março, determino o seguinte:

a) Atribuir ao Sr. Deputado João Bosco Mota Amaral, que foi Presidente da Assembleia da República na IX Legislatura, gabinete próprio no andar nobre do Palácio de São Bento;

b) Afectar a tal gabinete as salas n.º 5001, para o ex-Presidente da Assembleia da República, e n.º 5003, para a sua secretária;

c) Destacar para o desempenho desta função a funcionária do quadro da Assembleia da República, com a categoria de assessora parlamentar, Dr.a Anabela Fernandes Simão;

d) Atribuir a viatura BMW, modelo 320, com a matrícula 86-GU-77, para uso pessoal do ex-Presidente da Assembleia da República;

e) Encarregar da mesma viatura o funcionário do quadro de pessoal da Assembleia da República, com a qualificação de motorista, Sr. João Jorge Lopes Gueidão;

f) Atribuir ao ex-Presidente da Assembleia da República telemóvel de serviço, em termos equiparados aos Vice-Presidentes da Mesa.

Palácio de São Bento, 21de Junho de 2011

A Presidente da Assembleia da República, Maria da Assunção Esteves.

Então???? Já começa a andança? Comprem Vespas para essa cambada toda!

sábado, 30 de julho de 2011

Continuação do folhetim com a Galp




Depois de toda a cena descrita na cena anterior, sim porque isto já parece uma telenovela mexicana, não é que o meu amigo descobre no meio da papelada existente referente à escritura do apartamento que existe uma Certificação Energéticada Direcção Geral de Energia e Geologia passada em Junho/2011?

Quer isto dizer que é só roubar. Ora então reparem:

1. Um sujeito hoje para vender uma casa tem que apresentar o Certificado pelo qual paga cerca de 399€.

2. Entretanto o novo proprietário pede a alteração de nome do contador, paga 50€ e um técnico afirma que a situação não está em condições e leva o contador.

3. Paga-se a um sujeito para colocar a situação conforme o técnico exige. Paga mais "X".

4. De seguida informa a Galp de que a situação está resolvida e pede que venham colocar o contador.

5. A Galp responde que só pode mandar colocar o contador depois da DGEE emitir um certificado que ci«usta 60€ + IVA.

6. Depois da apresentação do certificado chega o técnico com o contador e...lá se vão mais uns 50 euritos.

Em Junho/2011 a DGGE passa um certificado informando de que está tudo OK. Em Julho o técnico de meia tigela diz que está mal.

Afinal como é? Em quem devemos acreditar? No certificado passado pela DGGE ou no técnico de meia tigela que até não é funcionário da Galp e que trabalha numa empresa que colabora com a Galp?

Isto não é ROUBALHEIRA? Que nome é que se pode dar a uma situação destas? Trabalho eficiente?

Andamos a encher os bolsos a uma cambada de vadios?

País miserável, corrupto aonde roubar já é o pão nosso de cada dia!

E depois fazem apelos para consumirmos produtos nacionais? Pois agora só dá ganas de não querer mais contador nenhum, utilizar bilhas de gás à moda antiga e de preferencia da REPSOL (que é espanhola e até fazem entregas ao domicilio).

Conseguem tirar um gajo do sério e esses sem vergonhas continuam nos poleiros a mamarem e a admitirem que o povo seja ROUBADO!