terça-feira, 31 de maio de 2011

sábado, 28 de maio de 2011

Confissão de Sócrates





Sócrates: Jesus, estou totalmente arrependido e gostaria de redimir meus pecados.

Jesus: Esta bem. Que tens feito?

Sócrates: Depois de estes meus anos de governo estou deixando o povo arruinado e na miséria...

Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Traí o povo que me deu os seus votos!

Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Economizei verbas da Saúde, da Educação, da Segurança, etc. etc., as quais foram encher os bolsos de alguns.

Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Comprei carros topo de gama para a Assembleia, para os magistrados e tantos outros.

Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Protegi as roubalheiras do Vara, do Godinho, do Rendeiro, do Jardim, do Oliveira Costa e tantos outros.

Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Permiti que alarves como o Mexia, Pedro Soares, Zeinal, Coelho, e mais uma mão cheia deles fossem agraciados com chorudos prémios com verbas tiradas do bolso do contribuinte.

Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Pus à cabeça dos Ministérios autênticos alarves que só fizeram burricadas na Educação, na Saúde, na Segurança, etc..

Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Mancomunei-me com Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, com o Procurador Geral da República e outros tantos biltres da sua igualha, para que dessem cobertura às minhas manigâncias.

Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Meti-me naquela alhada dos exames feitos ao Domingo, nas casas lá na Parvónia, no Freeport, na Maddie, nas sucatas, no TGV, na nova ponte, e em outras tantas que não vale a pena enumerar...

Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Dei apoio ao Hugo Chavez, o maior bandido da América Latina.

Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Mas, Jesus, estou realmente arrependido e a única coisa que Vós tendes para me dizer é: "Dê graças ao Pai"?

Jesus: Sim, agradece ao Pai por eu estar aqui pregado na cruz, porque senão desceria dela para te encher de porrada, seu ignorante, analfabeto, deslumbrado, traidor, ladrão sem vergonha, mentiroso, golpista, corrupto, aproveitador.... Vai trabalhar, vagabundo!!!!!

Abstenção: não



Por Luís Campos e Cunha

Sexta-Feira 27/05/2011

A abstenção não faz qualquer pressão para os partidos se abrirem e reformarem, nem incentiva novas alternativas de voto

Não votar, abstendo-se, ou votar branco (ou nulo) são atitudes radicalmente diferentes. São idênticas do ponto de vista legal, mas politicamente muito diferentes. E estas eleições são as eleições mais importantes desde as eleições para a Assembleia Constituinte em 1975. Portanto, cuidado.

Em eleições, a abstenção tem pouco significado político. Tem aumentado como sabemos, donde se conclui uma vaga insatisfação com o sistema político-partidário que nos rege. Como tem um significado ambíguo, os partidos pouco se incomodam com o aumento da abstenção e apenas choram cínicas lágrimas de crocodilo. É tudo e é pouco.

De facto, mais uma pessoa a abster-se pode ser muita coisa: o sujeito morreu, mudou de residência, o eleitor está com uma amigdalite, está descrente na política, foi à praia, ou ainda os cadernos eleitorais estão desactualizados. Pode ainda ser um sujeito que não acredita na democracia ou, simplesmente, nesta democracia. Nunca saberemos. Politicamente a abstenção não tem, de facto, muito significado, por muito elevada que seja. Além disso, para qualquer partido perder um voto para a abstenção é meia vitória: menos um que não vai votar no partido concorrente e menos um sujeito com quem se preocuparem. Ou seja, a abstenção não faz qualquer pressão para os partidos se abrirem e reformarem, nem incentiva a que apareçam novas alternativas de voto, ou seja, novos partidos. Por isso, abster-se é pouco inteligente.

A democracia e a liberdade assentam nos partidos. A democracia não se esgota nos partidos, mas estes são os pilares do sistema. E todos temos a sensação que algo vai muito mal nos partidos existentes (uns mais do que outros, naturalmente). Falta credibilidade à classe política e partidária e falta interesse por parte dos mais jovens em participarem politicamente nos partidos existentes. Portanto, a renovação da classe política não se faz, e quando se faz é muitas vezes para pior. O fenómeno não é exclusivo de Portugal, mas é particularmente agudo no nosso caso.

As instituições, como as universidades, os hospitais públicos ou os partidos políticos (e contrariamente às empresas em concorrência) não se auto-reformam. No caso dos partidos, é necessário que haja pressão da opinião pública de forma clara e, eventualmente, organizada para os partidos mudarem e para aparecerem mais alternativas. Como?

Como vimos a abstenção não coloca essa pressão nos partidos. Em certo sentido até reduz; é menos um cidadão a chatear. Mas o voto nulo/branco é bem diferente. Quem vota nulo não morreu, não foi à praia, não mudou de residência, não se borrifou , gosta da democracia e exerceu o seu direito e o seu dever de cidadania. Pelo contrário, não tendo morrido, não foi à praia para ir votar branco. Votando branco/nulo foi dizer, de forma muito clara, que gostaria de ter votado num partido, mas que nenhum satisfaz as suas exigências mínimas para lhe dar a confiança de governar. Por isso, votar branco/nulo é, politicamente, tanto ou mais significativo que votar num partido. É votar contra todos os que se apresentam a votos. É portanto muito diferente da abstenção, como fica claro.

Como cidadãos o nosso dever é, antes de mais, votar. Segundo, devemos procurar conscientemente votar num partido. Se, em terceiro lugar, nenhum partido satisfaz, devemos votar branco/nulo.

Os brancos e nulos têm vindo a aumentar, mas continuam a ser um pequeno resto a que não se dá importância. Mas imagine-se que os votos brancos e nulos passam a 10% dos votos expressos! Isto, legalmente, não teria impacto, mas politicamente seria uma pedrada no charco pantanoso em que o país se vem atolando. Nenhum partido ignoraria que 10% dos votantes estão desejosos de conseguir votar nalgum partido digno de os representar. Podem ser os partidos actuais, para o que se teriam de renovar, ou um hipotético novo partido, o que obrigaria os actuais a renovar-se. O resultado de 10% de votos brancos seria o mesmo: um valente susto na classe partidária instalada, num poder a que só os actuais têm acesso.

Para que não fique a ideia de que defendo o voto branco ou nulo em substituição de uma escolha partidária, faço notar que esta eleição é um verdadeiro referendo a Sócrates, que nos levou à bancarrota e à mendicidade internacional. Como Carlos Fiolhais defendeu, a democracia também serve para afastar os que não servem: e Sócrates não serviu nem vai servir. "Se a escolha em Portugal fosse, por hipótese, entre o actual primeiro-ministro e o Rato Mickey, eu não hesitaria em votar no boneco da Disney." Defendo o voto branco ou nulo como alternativa ética e política à abstenção.

Assim, ou votamos branco-nulo, ou votamos num dos partidos actuais: essa é a escolha. Abster-se é um erro grave e sinal de fraca inteligência. É a última esperança de um cidadão consciente. Mais tarde reivindicaremos que o voto branco tenha representação parlamentar com uma cadeira vazia. E nessa altura veremos a abstenção a baixar e muito. Também porque a partir daí os partidos actuais seriam diferentes e para melhor.

Professor universitário

sexta-feira, 27 de maio de 2011

13º Salário NUNCA existiu

Não tinha pensado nesta! Brilhante, de fato!

Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente!
Mas há sempre uma razão para as coisas e os trabalhadores ingleses, membros de uma sociedade mais amadurecida e crítica do que a nossa, não fazem nada por acaso!

Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática, mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.

Lembrando que o 13º no Brasil foi uma inovação de Getúlio Vargas, o “pai dos pobres” e que nenhum governo depois do dele mexeu nisso, nem mesmo o “governo dos trabalhadores”, fala-se agora que o governo do PT pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º salário.Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.

Perguntarão porquê.

Respondo: Porque o 13º salário não existe.

O 13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos do poder, quer se intitulem “capitalistas” ou “socialistas”, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

Suponhamos que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700 X 12 = R$ 8.400,00

Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.

R$ 8.400,00 + 13º salário = R$ 9.100,00

R$ 8.400,00 (Salário anual) + R$ 700,00 (13º salário) = R$ 9.100 (Salário anual mais o 13º salário)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o “governo dos trabalhadores” que mandou o patrão pagar o 13º.

Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer uma simples contas que aprendeu no Ensino Fundamental:

Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00.

R$ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = R$ 175,00 (Salário semanal)

O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00.

R$ 175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$ 9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário

Surpresa, surpresa? Onde está, portanto, o 13º Salário?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse fato simples.

A resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso governo presenteia o trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

Se o governo retirar o 13º salário dos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.

Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes: não existe nenhum 13º salário. O governo apenas devolve e manda o patrão devolver o que sorrateiramente foi tirado do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.


13º NÃO É PRÊMIO, NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO. É SIMPLES PAGAMENTO PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!


TRABALHE PELA CIDADANIA!
CIRCULE ISSO!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

As eleições estão perto...



Joaninha, uma menina de 7 anos de idade, estava sentada no passeio

em frente à sua casa. Junto dela, uma cesta contendo um certo número

de pequenas criaturas; na sua mão um letreiro anunciava: GATINHOS GRÁTIS.








Repentinamente, uma grande quantidade de carros grandes pararam

junto ao passeio. Do carro dianteiro saiu uma pessoa bem vestida

(fato aí de uns 5500Euros) que se lhe dirigiu.

"Olá menina, eu sou o primeiro ministro Sócrates. Como te chamas

e o que tens no cesto?" perguntou.

"Eu sou a Joaninha e no cesto tenho Gatinhos" respondeu a menina.

"Que idade têm os gatinhos?" perguntou Sócrates.

Joaninha replicou, "Eles são tão novinhos que nem os olhos ainda abriram."

"Que tipo de gatinhos são?"

"São do PS", respondeu a Joaninha com um lindo sorriso.

Sócrates ficou radiante. Assim que regressou ao carro, telefonou de imediato

para a secretária do partido a contar sobre a Joaninha e os gatinhos, chamando-lhe

a atenção e fazer reconhecer uma oportunidade perfeita de publicidade

ao partido nas próximas eleições; e marcaram, de imediato, uma

nova visita à Joaninha para o dia seguinte.

E em frente a todos os canais de televisão, repórteres de todos os jornais

do país, Sócrates apareceu no dia seguinte, junto à Joaninha, sentada no

passeio com o seu cesto de gatinhos. A Joaninha viu chegar os carros

do dia anterior seguidos de um número sem fim de carrinhas, pessoas,

câmaras de televisão, microfones, etc.

Câmaras e equipamento áudio ficaram preparados num instante. Então

Sócrates saiu do seu carro e dirigiu-se à Joaninha.

"Olá", disse ele, "gostaria que dissesses aos meus amigos aqui presentes

que tipo de gatinhos estás a oferecer gratuitamente."

"Sim, senhor", disse a Joaninha. "São do PSD."

Apanhado de surpresa, Sócrates gaguejou, "Mas... mas...

ontem, tu disseste-me que eram do PS."

Então a Joaninha, sorrindo, disse:



"Eu sei! Mas hoje, eles já abriram os olhos!"


Esta é dedicada aos dois ou três Portugueses que estavam indecisos quanto ao sentido de voto.
Não façam com que o País se afunde ainda mais com este incompetente.



A MÃE DO RUI PEDRO NÃO DESISTE -- impossível não reencaminhar

Não desiste porque um coração de mãe jamais desiste!

Para quem esteja de fora, com uma visão bem mais fria, calculista e a pensar com a cabeça e não com o coração, fico por vezes a perguntar-me a mim mesmo:

1. Que idade terá hoje o nosso Rui Pedro? 20, 21, 22?

Será que um moço com essa idade não consegue arranjar uma forma de entrar em contacto com alguém a quem possa transmitir que precisa de ajuda?
Ter consigo um papelinho escrito aonde em meia dúzia de palavras explique: contactem a Policia, fui raptado, preciso de ajuda, contactem os meus pais, o consulado português, sei lá!!!!

2. Será que o nosso Rui Pedro já se habituou à vida que lhe ofereceram e já não tem coragem de aparecer?

Por vergonha, por maus hábitos, por uma vida de luxos e facilidades que já não dispensa?
Será que o nosso Rui Pedro já vive "dependente" dessa rede nojenta e asquerosa que o levou?
Estando ele dependente, por exemplo, da droga que lhe fornecem diariamente faz com que ele não tome a iniciativa de fugir ou pedir ajuda?
Vivi de perto com situações de droga e para um dependente, não existe nada, literalmente nada senão a dose à hora certa, quando o corpo começa a pedir o reabastecimento. Não existem pais, filhos, principios morais, não existe raciocínio, nada! É horrível a dependencia!

3. Será que o nosso Rui Pedro prefere estar como está e não dar um novo desgosto aos pais?

Tendo sido levado por uma rede de pedofilia, um homem com cerca de 20 anos, pode ter a consciência dos seus maus hábitos que lhe incutiram, ter consciência do desgosto que daria aos pais ao reaparecer e daí...optar por se manter em parte incerta, pensando que com o tempo será esquecido.

Se o Rui Pedro assim pensa, engana-se porque uma mãe e um pai NUNCA se esquecerão do filho até ao dia das suas mortes. Terão sempre em mente aquele filho desaparecido numa tarde em que passeava de bicicleta.

4. Que Deus me perdoe, que os pais me perdoem mas...

Após tantos anos de sofrimento e de luta...ao menos dessem uma noticia horrível, a noticia de que já não é vivo. Ao menos aqueles pobres pais fariam o luto por aquele filho e restar-lhes-ia pedir a Deus que o tivesse junto a ELE num eterno descanso.

Pessoalmente acredito na vida após a morte. Sugiro que a mãe do nosso Rui Pedro se inscreva no programa da TVI e tente ao menos saber se o nosso Rui Pedro está socegado, bem e feliz na vida do além.

Como disse no inicio isto foi escrito por alguém que consegue pensar friamente, consegue pensar com a cabeça e não com o coração, uma pessoa que acompanhou o sofrimento daqueles pais mas...que não é da familia.

Tenho e sempre tive os pés bem assentes na terra, nunca vivi de ilusões e esperanças vãs. Sou uma pessoa muito concreta, enfrento a vida com muita frieza, organizo tudo na minha vida tendo sempre em mente que existe o viver e o morrer.

Pastas de arquivo organizadas, problemas burocráticos arquivados, tudo em ordem para qualquer eventualidade. No dia que eu partir, quem cá ficar terá tudo organizado e não terá que "andar aos papéis", como se costuma dizer.

Só me resta dizer aos pais do nosso Rui Pedro que tenham ainda mais força para sobreviverem mas...não vivam na base da ilusão e da esperança. Lentamente comecem a criar coragem para enfrentarem mais hipóteses do que aconteceu ou acontece ao Rui Pedro.