sexta-feira, 20 de maio de 2011

Tentative de réhabilitation de DSK (hypothèse de la savonnette)



Rio de Mouro: pais acusam professora de bater nas crianças

sexta-feira, 20 de Maio de 2011 - Diário Digital


Os pais de alunos da Escola Básica de Fitares, Rio de Mouro, Sintra, acusaram, esta sexta-feira, uma professora de bater nas crianças e ameaçam apresentar queixa na Direcção Regional de Educação de Lisboa, pedindo o afastamento da educadora.
Os pais afirmaram à agência Lusa que os alunos têm receio da professora que começou a dar aulas na Escola Básica 1/ Jardim-de-Infância de Fitares apenas em Abril, e que vão avançar com uma queixa na Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DREL-LVT).

«Eu não admito que toquem na minha filha. Ontem, a minha filha tinha escoriações e dois derrames na cara. Vamos apresentar queixa à DREL pois não a quero a dar aulas à minha filha», disse à agência Lusa Telma Ramos, mãe de uma criança de seis anos que frequenta o primeiro ano da turma B.

De acordo com esta encarregada de educação, a menina queixou-se de ter levado uma «chapada» da professora, que por sua vez disse, perante a turma, «ter partido uma unha» por causa da criança.

«Já me reuni com a professora, que disse que a minha filha estava a perturbar a aula. Ela na minha filha não bate mais e quero que seja afastada da escola», disse, adiantando que os pais dos alunos também vão fazer queixa no «livro de reclamações» do estabelecimento escolar.

Os encarregados de educação solicitaram uma reunião conjunta com a diretora da escola e com a professora e aguardam ainda o seu agendamento.

Contactada pela Lusa, a diretora do agrupamento de escolas escultor Francisco dos Santos recusou prestar quaisquer esclarecimentos sobre o assunto.

Diário Digital com Lusa

Nos meus velhos tempos, quando os professores davam um ouxão de orelhas ou uma réguada, nós alunos até metiamos o rabinho entre as pernas e nada diziamos em casa. Sim porque se falássemos ainda levavamos em csa mais.

Desafiar ou desobedecer a um professor estava fora de questão.

Se os nossos pais recebiam visitas, depois de cumprimentarmos os visitantes, bastava um olhar dos pais e davamos cordinha aos sapatinhos e iamos brincar. Não ficavamos fazer sala e a meter o bedelho nas conversas dos dultos.

Se, por acaso, íamos jantar a um restaurante com os nossos pais, comiamos o que nos punham na frente - escolha normalmente feita pela mãe-, caladinhos, sem nos metermos na conversa dos adultos, acabavamos a coca-cola e muito baixinho perguntavamos à mãe se podia mandar vir mais uma arriscando a levarmos um "não", cotovelos em cima da mesa nem pensar, e quando acabavamos ali nos mantinhamos quietinhos, caladinhos até ao fim do repasto.

Agora....os pais não educam os flhos porque acham que quem os deve educar são os professores. Os pais batem nos professores. Os pais apresentam queixa e lincham os professores, Os alunos vão armados para as escolas. Os alunos batem nos professores, os alunos não respeitam nem pais, nem professores. Se pararmos o carro à porta de uma escola secundária ao fim das aulas...é ver aquela gandulagem toda a sair das escolas. A falta de respeito que exsite entre els. A forma como se apresentam vestidos nas escolas. Elas então...parece que estão a sair de um bar de alterne. Os palavrões até fervem!

E é por estas e por outras que temos pais a levarem na cara porque os filhos não os respeitam, pais abandonados em aldeias desertificadas, pais abandonados nas urgencias dos hospitais com identidades e moradas erradas.

Geração à rasca? Se os paizinhos tivessem, em conjunto com os professores, dado uma boa educação, bons principios e transmitido moralidade aos filhos...talvez isso não acontecese.

Cada um tem o que merece!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

FOI PEDIDO O RESGATE




Por aqui se vê a força do aldrabão!

http://www.youtube.com/watch?v=Ssy1aTviWNY&feature=related



Para quem não assistiu ao debate ou não prestou a devida atenção chamo a atenção para esta parte do diálogo:


Paulo Portas: "O sr. disse que nunca seria primeiro-ministro com o FMI."

José Sócrates: "Não foi isso que eu disse. O que eu disse é que não estava disponível para ser primeiro-ministro com o FMI."

Judite de Sousa: "Não é a mesma coisa?"

José Sócrates: "Não. É diferente."



Claro que não disse qual era a diferença …

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Propaganda eleitoral, eh, eh, eh




Era uma vez uma menina que chegou à escola e disse à professora :

- A minha gata teve quatro gatinhos e são todos apoiantes do Sócrates.

A professora achou muita graça e no dia seguinte, quando passou por lá o inspector, pediu à aluna que contasse a história da gata :

- A minha gata teve quatro gatinhos e dois são apoiantes do Sócrates.

- Então mas ontem não eram todos apoiantes do Sócrates ?

- Sim, mas dois já abriram os olhinhos !

terça-feira, 17 de maio de 2011

Eleições: Passos Coelho "ultrapassou os limites" e insultou 500 mil portugueses - José Sócrates

O secretário-geral do PS afirmou hoje que o líder do PSD ultrapassou todos os limites” ao dizer que o programa das Novas Oportunidades pretende “certificar a ignorância”, insultando 500 mil portugueses que o utilizaram.

José Sócrates falava no Funchal num almoço-comício integrado na pré-campanha das eleições de 05 de junho que encheu o cais capital madeirense, espaço que ficou vedado à população.

O secretário-geral do PS considerou que Pedro Passos Coelho revelou “ignorância” ao atacar esse programa e defender uma auditoria externa, porque essa análise já é efetuada e, “para além disso, referiu-se a esse programa dizendo que pretende certificar a ignorância, e aí passou todos os limites”.

“Não se trata apenas de insultar o Governo e a mim próprio, coisa que faz muitas vezes, mas trata-se de insultar os 500 mil portugueses que obtiveram com o seu esforço e coragem uma melhoria das suas habilitações”, sustentou.

Para José Sócrates, a crítica de Pedro Passos Coelho “ao exprimir o preconceito social, mostrou que ele não sabe do que fala”, sendo “revelador da impreparação, da falta de conhecimento”, pois “não hesita perante nada para atacar tudo, dizer mal de tudo, numa política de terra queimada que em nada contribui para afirmar a defesa dos interesses superiores do país”.

O secretário-geral socialista salientou que “o PS e o Governo socialista se orgulham de nunca ter faltado à Madeira nos momentos difíceis e sempre ter estado ao lado dos madeirenses quando precisaram de solidariedade nacional”, apontando a Lei de Meios como “uma expressão dessa vontade de estar ao lado das autoridades regionais para os ajudar na reconstrução da Madeira” depois do temporal.

Sublinhou que a Lei de Meios “foi um símbolo que foi protegida nesta negociação nacional”, não tendo sido posta em causa no memorando de entendimento com a ‘troika’ internacional que definiu o montante da ajuda externa a Portugal.

“A reconstrução da Madeira está garantida pelos mesmos meios financeiros que foram aprovados há tempos atrás”, realçou.

Apelou ao empenho de todos para participarem numa campanha eleitoral “de nobreza, de elevação, que discute ideias e não recorra nem ao insulto, nem ao ataque pessoal e muito menos às brejeirices políticas que têm sido utilizadas nestes últimos tempos”.

Por seu turno, o líder do PS-Madeira, Jacinto Serrão, criticou o facto de Pedro Passos Coelho não ter mostrado disponibilidade para se deslocar em campanha a esta região, indicando que “a direita nunca conviveu bem com o processo autonómico” e “não quer ser confrontado com as politicas de regabofe de Alberto João Jardim, nem com a situação de falta de democracia e desrespeito pelas regras elementares do Estado de direito”.

“Se quer ser primeiro-ministro não pode excluir uma parcela do território português”, concluiu.

@Lusa


Eleições: PSD acusa Sócrates de distribuir diplomas "a granel" a troco de votos

O PSD acusou hoje o PS de utilizar o programa Novas Oportunidades como “um mero instrumento de propaganda eleitoral” e José Sócrates de distribuir “ a granel” diplomas em troca de votos, insistindo na necessidade de uma auditoria externa.

“Este programa é um mero instrumento de propaganda eleitoral do PS. O engenheiro Sócrates usa as pessoas e está convencido que pode trocar diplomas por votos. E o facto de distribuir a granel diplomas isso significa que vai ter mais votos. Mas isso é enganar as pessoas e isso é que é grave. É enganar as pessoas com o dinheiro dos contribuintes portugueses”, afirmou o social-democrata Pedro Duarte.

O vice-presidente da bancada parlamentar do PSD falava em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, em reação às declarações do dirigente socialista Vieira da Silva, que hoje acusou Pedro Passos Coelho de “leviandade” e desrespeito pelo esforço de qualificação de “centenas de milhares” de portugueses.

O presidente dos sociais-democratas anunciou na segunda-feira que vai pedir uma auditoria externa ao Novas Oportunidades e prometeu a sua reformulação, considerando um “escândalo” a forma como a iniciativa tem sido desenvolvida.

Pedro Duarte sublinhou que o programa Novas Oportunidades tem “inúmeros casos de facilitismo”, o que considerou “absolutamente inaceitável” devido ao “desrespeito pelo esforço” dos formandos e pela “simulação” da qualificação, e considerou que a iniciativa “falhou” no seu objetivo essencial.

Apelando ao Governo para assumir as suas responsabilidades pelo “fracasso”, o social-democrata reiterou a necessidade de uma auditoria externa e independente, para avaliar as “deficiências”, e sublinhou que a avaliação realizada pela Universidade Católica foi um “inquérito à satisfação dos candidatos” envolvidos, não abrangendo o rigor e a qualidade das aprendizagens.

“Há uma pergunta que se impõe e uma explicação que continua por ser dada. De que tem medo o engenheiro Sócrates? Porque reage de forma tão sensível a uma mera proposta de auditoria externa e independente? Porque não quer dar mais transparência à execução e aos resultados do programa Novas Oportunidades?”, questionou Pedro Duarte.

Quanto ao futuro do programa, o social-democrata deixou a garantia de que se o PSD formar o Governo a iniciativa “vai continuar”, mas “num modelo com transparência” e com garantia da “exigência e rigor”, aproximando-o das empresas e da empregabilidade.

“O Governo descredibilizou este programa ao sujeitá-lo às suas encenações de campanha eleitoral”, reforçou Pedro Duarte.

@Lusa