terça-feira, 10 de maio de 2011

Sócrates defende TGV, Portas diz-lhe que «vive noutro planeta»


Diário Digital
segunda-feira, 9 de Maio de 2011 | 21:45








O líder do PS, José Sócrates, defendeu esta segunda-feira, mais uma vez, a linha ferroviária de alta velocidade (TGV) entre Lisboa e Madrid, argumentando que o País não deve desperdiçar uma oportunidade de investimento importante para o futuro e que foi negociada em condições favoráveis. O seu adversário no debate na TVI, Paulo Portas, considerou que este é mais um exemplo de que o líder socialista «vive noutro planeta».

O presidente do CDS-PP afirmou que Sócrates perderá as eleições de 5 de Junho porque, graças ao «despesismo» do Governo, as pessoas irão votar de «bolsos vazios».

Sobre as privatizações, Paulo Portas ressalvou que é essencial garantir que a REN e a Galp fiquem sob controlo comum.

Antes, Sócrates insistiu com o seu adversário sobre o chumbo do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) 4 e posteriormente o CDS ter aprovado «exactamente as mesmas medidas». Portas responder que o PS teria de fazer essa pergunta ao PSD, partido que aprovou os anteriores PEC.

O líder socialista acusou então Portas de uma «conversão apropriada para o momento eleitoral» ao aceitar as medidas de austeridade negociadas com a troika.

Portas, por seu lado, considerou que Sócrates é «bom a manipular» e «mau a governar».

No final, e perante insistência da moderadora do debate, Judite de Sousa, Paulo Portas esclareceu que não integrará um governo liderado por José Sócrates. «Esta pode ser a última oportunidade para o País e não me parece lógico colocar a gerir 78 mil milhões de euros quem só soube aumentar a despesa», disse.

Já Sócates, nas palavras finais, dirigindo-se aos portugueses, afirmou que as eleições de 5 de Junho se resumem a uma questão: escolher se será o PS ou o PSD a governar.

Não há dúvida que temos um lunático a querer enterrar ainda mais o País!!!!




segunda-feira, 9 de maio de 2011

A fraude está instalada nas farmácias

A ser verdade...temos aqui grande bronca!!!



A direção das farmácias tem vindo a ser abandonado pelos farmacêuticose a ser ocupada por toda a sorte de "investidores"; por outro lado, oregime jurídico da farmácia tem assistido a vários ziguezagues eremendos avulsos, sem que ninguém fiscalize nada. Portanto, não serágeneralizado mas devem ser crescentes situações como estas:«- Uma grande fraude que se está a passar nas farmácias.- Ai sim? Ora conte lá isso...- O senhor jornalista lembra-se de quando ia aviar remédios à farmáciae lhe cortavam um bocadinho da embalagem e a colavam na receita, quedepois era enviada para o Ministério da Saúde, para reembolso àsfarmácias?- Lembro, perfeitamente... Mas isso já não existe, não é verdade?- É... Agora é tudo com código de barras. E é aí que está oproblema... É aí que está a fraude. Deixe-me explicar: como o senhorsabe, há muita gente que não avia toda a receita. Ou porque não temdinheiro, ou porque não quer tomar um dos medicamentos que o médicolhe prescreveu e não lhe diz para deixar de o receitar. Ora, emalgumas farmácias - ao que parece, muitas - o que está a acontecer éque os medicamentos não aviados são na mesma processados como se odoente os tivesse levantado. É só passar o código de barras e já está.O Estado paga.- Mas o doente não tem que assinar a receita em como levou osmedicamentos? - Perguntei.- Tem. Mas assina sempre, quer os levante, quer não. Ou então não temcomparticipação... Teria que ir ao médico pedir nova receita...- Continue, continue - Convidei- Esta trafulhice acontece, também, com as substituições. Como tambémsaberá, os medicamentos que os médicos prescrevem são muitas vezessubstituídos nas farmácias. Normalmente, com a desculpa de que "nãohá... Mas temos aqui um igualzinho, e ainda por cima mais barato".Pois bem: o doente assina a receita em como leva o medicamentoprescrito, e sai porta fora com um equivalente, mais baratinho. Ora,como não é suposto substituírem-se medicamentos nas farmácias, pelomenos quando o médico tranca as receitas, o que acontece é que noprocessamento da venda, simula-se a saída do medicamento prescrito. Ésó passar o código de barras e já está. E o Estado paga pelo maiscaro...Como o leitor certamente compreenderá, não tomei de imediato adenúncia como boa. Até porque a coisa me parecia simples de mais.Diria mesmo, demasiado simples para que ninguém tivesse pensado nela.Ninguém do Estado, claro está, que no universo da vigarice há sempregente atenta à mais precária das possibilidades. Telefonei a algunsfarmacêuticos amigos a questionar...- E isso é possível, assim, de forma tão simples, perguntei.- É!... Sem fonfons nem gaitinhas. É só passar o código de barras e jáestá, responderam-me do outro lado da linha.- E ninguém confere? - Insisti.- Mas conferir o quê? - Só se forem ter com o doente a confirmar seele aviou toda a receita e que medicamentos lhe deram. De outro modo,não têm como descobrir a marosca. E ó Miguel, no estado a que ascoisas chegaram, com muita malta à rasca por causa das descidasadministrativas dos preços dos medicamentos... Não me admiraria nadase viessem a descobrir que a fraude era em grande escala...E pronto... Aqui fica a denúncia, tal qual ma passaram...Se for verdade... Acho que é desta que o Carmo e a Trindade caem mesmo!»


sábado, 7 de maio de 2011

PARTIDOS deixam Portugal empenhado para os próximos 40 anos!

Cai a mentira, ganha Portugal.

Os verdadeiros socialistas deviam ponderar bem o seu voto nas próximas eleições e aproveitarem para mandarem o pacóvio para a terra assinar projectos de barracas.

Uma certeza podem ter, acabaram-se os tachos porque já acabou o caroço, gastaram-no até aos próximos 40 anos.

Este Primeiro-Ministro não tem competência, não tem carácter, não tem palavra.

É um falso engenheiro pacóvio mentiroso compulsivo Só tem temperamento di capo.

Desgovernou com mentiras sucessivas, a cavalo da propaganda paga com o nosso dinheiro bem com a Imprensa paga que tanto o apoia, como um produto obsoleto do séc. XX.

Atacou, um a um, todos os pilares do Estado de Direito: a independência dos tribunais, a liberdade de imprensa, a separação de poderes, o respeito institucional. Instalou-se no poder espalhando o seu séquito de Varas, Penedos e Ruis Pedros Soares, dos Silvas (Santos e Pereira).

Afundou 40 anos do nosso futuro em parcerias público-privadas com consórcios e empresas onde pululam milhares de amigos e ex-ministros socialistas com vencimentos obscenos.

Passou o mandato de buraco em buraco, sempre a tentar tapar e sempre a tentar esconder, sem estratégia de crescimento ou projecto de país. E deixou-nos na banca rota oculta. Oculta, sim. Porque tudo no país está mais oculto e opaco, porque os números do Governo já não são fiáveis como vai acontecer com a revisão do défice de 2010.

Como se está a descobrir, no que é só o princípio de um buraco que, se descoberto, será maior, e que o Presidente e os partidos pretendem ocultar para evitar males maiores.

Esse altíssimo preço da perda global de credibilidade e soberania - é o que já estamos a pagar e vamos pagar mais ainda. E sai, falso ofendido, com um discurso de vitimização, a acusar os outros da crise que ele próprio criou, urdiu e que nos levou à bancarrota.

Votem à esquerda ou à direita, mas nunca em Sócrates. É demasiado mau, sai demasiado caro. Para nós e para os nossos filhos!

Portugal um país que não conhece !





Eu conheço um país que em 30 anos passou de uma das piores taxas de mortalidade infantil (80 por mil) para a quarta mais baixa taxa a nível mundial (3 por mil).


Que em oito anos construiu o segundo mais importante registo europeu de dadores de medula óssea, indispensável no combate às doenças leucémicas.


Que é líder mundial no transplante de fígado e está em segundo lugar no transplante de rins.


Que é líder mundial na aplicação de implantes imediatos e próteses dentárias fixas para desdentados totais.


Eu conheço um país que tem uma empresa que desenvolveu um software para eliminação do papel enquanto suporte do registo clínico nos hospitais (Alert), outra que é uma das maiores empresas ibéricas na informatização de farmácias (Glint) e outra que inventou o primeiro antiepilético de raiz portuguesa (Bial).


Eu conheço um país que é líder mundial no sector da energia renovável e o quarto maior produtor de energia eólica do mundo, que também está a constuir o maior plano de barragens (dez) a nível europeu (EDP).



Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o primeiro sistema mundial de pagamentos pré-pagos para telemóveis (PT), que é líder mundial em software de identificação (NDrive), que tem uma empresa que corrige e detecta as falhas do sistema informático da Nasa (Critical)e que tem a melhor incubadora de empresas do mundo (Instituto Pedro Nunes da Universidade de Coimbra).



Eu conheço um país que calça cem milhões de pessoas em todo o mundo e que produz o segundo calçado mais caro a nível planetário, logo a seguir ao italiano.


E que fabrica lençóis inovadores, com diferentes odores e propriedades anti-germes, onde dormem, por exemplo, 30 milhões de americanos.


Eu conheço um país que é o «state of art» nos moldes de plástico e líder mundial de tecnologia de transformadores de energia (Efacec) e que revolucionou o conceito do papel higiénico (Renova).


Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial e que desenvolveu um sistema inovador de pagar nas portagens das auto-estradas (Via Verde).


Eu conheço um país que revolucionou o sector da distribuição, que ganha prémios pela construção de centros comerciais noutros países (Sonae Sierra) e que lidera destacadíssimo o sector do «hard-discount» na Polónia (Jerónimo Martins).


Eu conheço um país que fabrica os fatos de banho que pulverizaram recordes nos Jogos Olímpicos de Pequim, que vestiu dez das selecções hípicas que estiveram nesses Jogos, que é o maior produtor mundial de caiaques para desporto, que tem uma das melhores selecções de futebol do mundo, o melhor treinador do planeta (José Mourinho) e um dos melhores jogadores (Cristiano Ronaldo).



Eu conheço um país que tem um Prémio Nobel da Literatura (José Saramago), uma das mais notáveis intérpretes de Mozart (Maria João Pires) e vários pintores e escultores reconhecidos internacionalmente (Paula Rego, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, João Cutileiro).


Este país é Portugal.

.....Mas que não pode ter tudo bom !!!...tem a pior e mais corrupta classe política que se conhece a seguir aos países de 3º Mundo !!



Bem-vindo a este país que não conhece: PORTUGAL

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A forma como os lojistas portugueses tratam os seus clientes portugueses




Na sequencia do post sobre as empresas portuguesas...é assim!
Entramos numa loja (mais lojeca que loja pois é uma espelunca) e educadamente esperamos que alguém nos atenda.

Os funcionários, já depois das 15h, entram calmamente com o palito ao canto da boca, passam pelos clientes (como se o cliente fosse trasnparente) seguem o seu caminho e os clientes que esperem.

Às tantas, tanto passeiam prá frente e pra trás que o cliente se dirige a um funcionário que está ao balcão a discutir o estado do País com o cliente, a política, a situação financeira, a chegada do FMI, etc...E tudo porquê? Porque se trata de um inglês de 5ª classe mas...é estrangeiro!

E o cliente, cansado de esperar, diz: Olhe, se faz favor, pode-me dar uma informação?
E o sujeito cheio de personalidade responde com um ar enfadado: É só um momento que estou a atender este senhor!

E o cliente fica ali, em pé, no meio da maior bagunça, à espera como se estivesse na Segurança Social.

Ao fim uma boa meia hora...lá aparece um sujeito a saber o que é que o cliente deseja.
O cliente dá-lhe a lista dos produtos que pretende. Por acaso tratavam-se dos malditos azulejos da Margrés.

Pega na lista, faz meia dúzia de telefonemas, vai bsucar o catálogo e lá aceita a encomenda.

Combina contactar o cliente logo que o material chegue. Trinta e um de boca porque o cliente é quem telefona e aí é informado que, por coincidencia, o material acabou de chegar.

Então quando é que me pode fazer a entrega? - pergunta o cliente que já tem a casa de banho pronta para receber o material comprado.

Resposta: Olhe amanhã entre as 9h e as 13h!
Ah, é verdade, e arranje alguém que ajude a descarregar as caixas.

Boa! Paga-se, espera-se, é preciso ligar-se a saber se o material chegou e ainda se dá uma ajuda a carregar o material.

Episódio seguinte:

- Verifica-se que o cliente se enganou numa referencia dos ditos azulejos.
Liga para a empresa fornecedora a expôr a situação.

Resposta na ponta da lingua: - A Margrés não aceita trocas!

É o mesmo que dizer: Vai-te lixar e compra outras 22 caixas com a referecia que pretendes!

Não há uma tentativa de se ser simpático com o cliente e dizer:" olhe vou ligar a ver o que poderei fazer por si, ou eu sei que eles não tem por hábito trocarem mas vou tentar", ou algo no género.

A simpatia cai sempre bem, não é verdade?

Entretanto, o cliente enche o saco com tanta má vontade e decide ligar directamente para a Margrés.

Como descrevo no post anterior...depois de quase prometer ir a Fátima a pé se aceitarem a troca...lá fizeram o FAVOR de trocarem as 22 caixas pela referencia pretendida, a troco de um pagamento de 100€.

Depois destes autenticos filmes de terror acham que vale a pena lutar e tentar ajudar as empresas portuguesas?

Já o dizia o outro : "JAMAIS"

Adquirir Material Nacional, é a obrigação dos portugueses



Fartamo-nos de enviar mensagens, forwards, etc... pedindo para que compremos material nacional.
O patriotismo fica-nos, na realidade muito bem e em pricípio temos por obrigação de nos ajudarmos mutuamente.
É necessário comprar-se algo? Porque razão dar prioridade a empresas estrangeiras se temos as nossas que produzem materiais de alta qualidade?
Até aí, penso que estamos todos de acordo. Mas...há sempre um mas!
A arrogancia, a inflexibilidade, a forma como trabalham, as burocracias, as condições das empresas portuguesas fazem com que uma pessoa desista!
A qualidade é boa, sim senhor. Mas os preços não são minimamente convidativos.
Mas mesmo assim, uma pessoa pensa, pondera e "atira-se" de cabeça e decide mesmo comprar porque é nacional e é bom!
Dá-se o caso de haver um engano na referencia do material. Pronto! Aí temos o caldo todo entornado!
Em primeiro lugar, a empresa portuguesa arrogantemente responde que não é norma aceitarem trocas.
O cliente tem que mendigar, pedir, rogar para que se efectue a troca. Ficam a pensar no assunto, o cliente tem que aguardar que a Direcção autorize, apesar do material nem sequer ter sido mexido das embalagens e estar tudo intacto.
Passadas umas horas de expectativa...lá decidem fazer o favor ao cliente em aceitarem a troca.
Mas, o cliente tem que pagar 100€ pela despesa da troca.
Querem convencer o cliente que a carrinha vem propositadamente de Aveiro ao cliente exclusivamente com o referido material para troca? Ou esse material aproveita a "boleia" e vem junto com outras encomendas para o mesmo destino?
Atravessa-se a fronteira, vamos a Espanha, escolhemos o que queremos, desde electrodomésticos, as mobilias, loiças sanitárias, azulejos, e tudo o mais, somos extremamente bem atendidos, trazem-nos o material a casa e ainda nos dão uma ajuda na montagem da cama, da mesa de jantar, fazem-nos as ligações necessárias das máquinas de lavar, etc....

O raio do portuga, não há dúvida que é uma raça intragável, mal educado, sem uma pontinha de boa vontade para que o cliente retorne e faça mais compras.

Caros amigos, se alguma vez se lembrarem de escolher o material da Margres, pensem muito bem, apontem muito bem as referencias, não se enganem porque caso contrário ainda ficam na eminência de terem de "engolir" 22 caixas de azulejos que custam a módica quantia de 833.60 € na arrecadação e pagarem outras 22 caixas pelo mesmo preço apenas porque se engaram na referencia.

Para mi, pessoalmente, cada vez mais vou cortando as empresas portuguesas sejam elas quais forem e seja o material que for que vendam.

Pata que os pôs! Entrem em falência, vivam de exportações, comam o pão que o diabo amassou mas eu não os sustento de forma alguma.

Ah, e ía-me esquecendo que remodelei 3 casa de banho em curto espaço de tempo sempre com o material da Margrés. Portanto, só em azulejos rondei os 1.700€/cada casa de banho.

Não investi pouco nessa empresa só que a partir de agora a "teta" secou definitivamente!