quinta-feira, 14 de abril de 2011

O retrato da nação...estudo da Universidade Católica

DICA: se clicar em cima dos gráficos eles aumentarão e tornam-se mais nítidos.



Não é para desanimar, mas batemos mesmo no fundo.
Como é possível termos um 1º ministro que nos andou a enganar este tempo todo.


Assunto: Universidade Católica - Gráficos Arrepiantes !!!.O retrato da nação...

Agora só à bruta! Preparemo-nos, meus Amigos!
Ou mudamos radicalmente de ATITUDE ou seremos comprados por qq China, ou outra/s potência/s emergente/s.

GRÁFICOS QUE ILUSTRAM A SITUAÇÃO ACTUAL DA REPÚBLICA:

1) A média do crescimento económico é a pior dos últimos 90 anos













Fonte: Santos Pereira (2011)




2) A dívida pública é a maior dos últimos 160 anos

Dívida pública portuguesa em % do PIB, 1850-2010





Fonte: Santos Pereira (2011)




3) A dívida externa é, no mínimo, a maior dos últimos 120 anos (desde que o país declarou uma bancarrota parcial em 1892)

Dívida externa bruta em % do PIB, 1999-2010




Fonte: Santos Pereira (2011)


4) O desemprego é, no mínimo, o maior dos últimos 80 anos. Temos 610 mil desempregados, dos quais 300 mil são de longa duração

Taxa de desemprego em Portugal, 1932-2010



Fonte: Santos Pereira (2011)




5) Voltámos à divergência económica com a Europa, após décadas de convergência

PIB per capita português em % do PIB per capita da Europa Avançada



6) Vivemos actualmente a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos

Emigração portuguesa (milhares de pessoas), 1850-2008



7) Temos a taxa de poupança mais baixa dos últimos 50 anos

Taxa de poupança bruta, 1960-2010




Fonte: AMECO, Santos Pereira (2011)




FOI PEDIDO O RESGATE


Henrique Medina Carreira


Ora acredito que o plano de operações desta gente não deve andar muito longe disto:


1.- Narrativa: Se Portugal aprovasse o PEC IV não haveria nenhum resgate. Verdade: Portugal já está ligado à máquina há mais de 1 ano (O BCE todos os dias salva a banca nacional de ter que fechar as portas dando-lhe liquidez e compra obrigações Portuguesas que mais ninguém quer - senão já teriamos taxas de juro nos 20% ou mais). Ora esta situação não se podia continuar a arrastar, como é óbvio. Portugal tem que fazer o rollover de muitos milhares de milhões em dívida já daqui a umas semanas só para poder pagar salários! Sócrates sabe perfeitamente que isso é impossível e que estávamos no fim da corda. O resto é calculismo político e teatro. Como sempre fez.


2.- Narrativa: Sócrates estava a defender Portugal e com ele não entrava cá o FMI. Verdade: Portugal é que tem de se defender deste criminoso louco que levou o país para a ruína (há muito antecipada como todos sabem). A diabolização do FMI é mais uma táctica dos spin doctors de Sócrates. O FMI fará sempre parte de qualquer resgate, seja o do mecanismo do EFSF (que é o que está em vigor e foi usado pela Irlanda e pela Grécia), seja o do ESM (que está ainda em discussão entre os 27 e não se sabe quando, nem se, nem como irá ser aprovado).


3.- Narrativa: Estava tudo a correr tão bem e Portugal estava fora de perigo mas vieram estes "irresponsáveis" estragar tudo. Verdade: Perguntem aos contabilistas do BCE e da Comissão que cá estiveram a ver as contas quanto é que é o real buraco nas contas do Estado e vão cair para o lado (a seu tempo isto tudo se saberá). Alguém sinceramente fica surpreendido por descobrir que as finanças públicas estão todas marteladas e que os papéis que os socráticos enviam para Bruxelas para mostrar que são bons alunos não têm credibilidade nenhuma? E acham que lá em Bruxelas são todos parvos e não começam a desconfiar de tanto óasis em Portugal? Recordo que uma das razões pela qual a Grécia não contou com muita solidariedade alemã foi por ter martelado as contas sistematicamente, minando toda a confiança. Acham que a Goldman Sachs só fez swaps contabilísticos com Atenas? E todos sabemos que o engº relativo é um tipo rigoroso, estudioso e duma ética e honestidade à prova de bala, certo?


4.- Narrativa: Os mercados castigaram Portugal devido à crise política desencadeada pela oposição. Agora, com muita pena do incansável patriota Sócrates, vem aí o resgate que seria desnecessário. Verdade: É óbvio que os mercados não gostaram de ver o PEC chumbado (e que não tinha que ser votado, muito menos agora, mas isso leva-nos a outro ponto), mas o que eles querem saber é se a oposição vai ou não cumprir as metas acordadas à socapa por Sócrates em Bruxelas (deliberadamente feito como se fosse uma operação secreta porque esse aspecto era peça essencial da sua encenação). E já todos cá dentro e lá fora sabem que o PSD e CDS vão viabilizar as medidas de austeridade e muito mais. É impressionante como a máquina do governo conseguiu passar a mensagem lá para fora que a oposição não aceitava mais austeridade. Essa desinformação deliberada é que prejudica o país lá fora porque cria inquietação artificial sobre as metas da austeridade. Mesmo assim os mercados não tiveram nenhuma reacção intempestiva porque o que os preocupa é apenas as metas. Mais nada. O resto é folclore para consumo interno. E, tal como a queda do governo e o resgate iminente não foram surpresa para mim, também não o foram para os mercados, que já contavam com isto há muito (basta ver um gráfico dos CDS sobre Portugal nos últimos 2 anos, e especialmente nos últimos meses). Porque é que os media não dizem que a bolsa lisboeta subiu mais de 1% no dia a seguir à queda? Simples, porque não convém para a narrativa que querem vender ao nosso povo facilmente manipulável (julgam eles depois de 6 anos a fazê-lo impunemente).

Bom, há sempre mais pontos da narrativa para desmascarar mas não sei se isto é útil para alguém ou se é já óbvio para todos. E como é 5ª feira e estou a ficar irritado só a escrever sobre este assunto termino por aqui. Se quiserem que eu vá escrevendo mais digam, porque isto dá muito trabalho.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Polícia sem dinheiro para pagar descontos de IRS ao Estado





A PSP, a GNR e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) são alguns dos organismos públicos do Ministério da Administração Interna (MAI) que não estão a entregar ao Estado a retenção de IRS dos seus funcionários públicos. Isto resulta, na prática, numa dívida fiscal do Estado ao próprio Estado. E a situação, que acontece desde o início do ano, repete-se com os descontos para a Caixa Geral de Aposentações e para a Segurança Social.

O Diário Económico apurou que a situação está a acontecer no ministério liderado por Rui Pereira não só com entidades como a PSP ou a GNR, mas também com a Autoridade Nacional de Protecção Civil, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, entre outros. No total, estão em xeque os descontos de quase 50 mil funcionários - 49.934 segundo os dados mais recentes do Boletim do Observatório de Emprego Público que se referem ao número de trabalhadores em 2009.

Em causa está a falta de liquidez para pagar salários e suplementos, que levou o organismo de Rui Pereira a fazer um acordo com o Ministério das Finanças para ‘atrasar' os pagamentos ao Fisco e outras entidades. A ordem é simples: todas as verbas são canalizadas para pagar salários e na polícia estão em causa suplementos de turnos, de patrulha, entre outros. A GNR já tinha reconhecido uma situação semelhante no passado mês de Fevereiro com os descontos para a Caixa Geral de Aposentações e para a Segurança Social dos militares



Mas houve dinheiro para se esbanjar com carros novos para o 1º Ministro e a sua pandilha, houve dinheiro para se fazerem obras para satisfazer as birras do 1º Ministro, houve dinheiro para se pagar balurdios a sujeitos que vigarizaram e ainda lhes pagaram brutas indemnizações, etc.

Estes malditos destriram o País nestes anos e continuam arrogantes e mentirosos!

Faço votos que o povo português abra os olhos de uma vez por todas e deixem de ser BURROS e MANSOS!

Ainda há gente que continua iludido e embarque nas conversas desse senhor chamado Sócrates!

Sinceramente não entendo!

terça-feira, 12 de abril de 2011

O FMI sabe bem porquê!
















FMI prevê recessão em Portugal até 2012 mas a crise

continuará irremediavelmente, no mínimo, até 2045!

Previsões hoje divulgadas apontam para quedas do PIB de 1,5% este ano e 0,5% em 2012.

O Desemprego vai chegar a 12,4%.



O Fundo Monetário Internacional prevê que a economia portuguesa esteja em recessão, pelo menos,

até 2012. Nas previsões de Primavera hoje divulgadas, o Fundo aponta para uma contracção do produto

interno bruto (PIB) de 1,5% este ano e para uma queda de 0,5% em 2012.

O tombo da economia vai traduzir-se num agravamento do desemprego que chegará este ano aos 11,9%

e atingirá 12,4% em 2012. Um novo recorde em Portugal e que representa um salto superior a um ponto

percentual face aos 11,1% registados no último trimestre de 2010. Serão cerca de 50 a 60 mil trabalhadores

a engrossar as filas do desemprego que contam já com mais de 600 mil pessoas.

Apesar da recessão, os preços vão crescer 2,4% e 1,4% nestes dois anos e o défice externo terá uma ligeira

diminuição ao longo deste período mas chegará a 2012 nos 8,5% do PIB, um valor ainda elevado.

Porém relativamente à crise as espectativas internacionais são muito mais desanimadoras. Qualquer hipótese

de recuperação do tecido económico e social assenta numa recuperação moral que implica, pelo menos, que

80% dos políticos com funções governativas nos aparelhos central e local tenham sentido de Estado, competência,

preocupação clara e permanente com os interesses nacionais e a manifestem intransigentemente numa

repressão exaustiva às fugas e desvios característicos das classes dominantes tão patenteados em Portugal.

A constatação do FMI no momento é de que em Portugal esse índice não chega aos 15% e como qualquer

recuperação terá de passar inevitavelmente pelas actuais cúpulas politicas altamente degradadas moralmente

elas não só não vão promover a sua renovação como, essencialmente, a vão impedir mistificar ou dificultar.

Tendo em conta o actual quadro político não será previsível qualquer alteração qualitativa nas próximas 10 gerações.



ELES SABEM BEM ONDE COMEÇA E COMO SE RESOLVE A CRISE SÓ QUE NÃO

FAZEM PARTE DA SOLUÇÃO ENQUANTO PARTE INTEGRANTE DO PROBLEMA!

....... e não é nem nunca será possível convencer quem não quer ser convencido!



Karl Marx (1843) - Excerto de uma intervenção na Liga dos Justos classificando a integridade moral dos ideólogos capitalistas

Artigo JN muito importante

Lisboa, 6 de Abril de 2011. A pura verdade dos desgovernantes que temos tido. Por nossa culpa. Não há isenção possível . 1. A memória política do que nos aconteceu nos últimos anos é a chave para podermos decidir em consciência informada acerca do que está em jogo no próximo acto eleitoral. Não chegámos a esta situação deplorável por acaso. Nem por azar. Nem por sermos vítimas de uma qualquer perseguição dos mercados ou de outras forças tenebrosas e sinistras. Como já escrevi, alcançámos o presente estado de indigência política e financeira por culpa nossa. Porque fizemos as opções erradas. Porque tardámos em reconhecer o erro e, sobretudo, nele perseverámos. Porque esbanjámos a nossa confiança colectiva em gente sem sentido de Estado, para quem o interesse público se confunde com a conveniência imediata e quase sempre assume tonalidades indisfarçavelmente pessoais. Fomos irremediavelmente mal governados. Mas a escolha, sempre desastrada, foi nossa. Ninguém nos impôs António Guterres por duas vezes. Ninguém nos disse para assistirmos, em estado de pacatez bovina, ao desbaratar do erário público em tresloucados obséquios estatais que não conseguiríamos pagar mesmo que a nossa economia crescesse a níveis europeus. Ninguém nos mandou acreditar na peta infame das Scut, "as auto-estradas que se pagam a si próprias", como então juraram. Ninguém nos ordenou o aplauso néscio quando surgiu a Expo 98 nem no momento em que se insuflou a Administração Pública até à actual dimensão paquidérmica. Ninguém nos amanhou Durão Barroso que venceu as eleições de 2002 com a promessa de um choque fiscal para logo subir os impostos quando se viu no Governo. E ninguém senão nós escolheu José Sócrates. Com um currículo pessoal aterrador, sem a mais elementar preparação profissional, académica ou cívica, apto a instrumentalizar qualquer valor ou convicção e a quem apenas se pode reconhecer a obstinação daqueles que são capazes de tudo, mas mesmo de tudo, para manter acesas as luzes fátuas do seu ego. José Sócrates incumpriu todas as suas promessas (lembram-se da regionalização?). Não assumiu um só erro próprio. Nunca teve a humildade dos que têm grandeza para pedir desculpa pelo estado miserável a que nos condenou. Para ele e para os que seguem o seu triste culto, os males em que nos afundámos devem-se a todos os outros: Oposição, mercados, agências de rating, presidente da República, terramoto no Japão ou derrame de petróleo na Florida. Mas nunca compreenderá que se Portugal é hoje caricaturado em toda a parte como um Estado quase falhado, a responsabilidade maior é dele, que tanto nos tem desgovernado - e nossa, que o elegemos. 2. Agora é claro que o fracasso do período de Sócrates vai muito para além da mera ineptidão governativa: este Governo mentiu aos portugueses acerca dos valores dos défices orçamentais e do estado calamitoso das finanças públicas! Fê-lo conscientemente, visando esconder os números que revelavam o seu próprio fiasco e o consequente estado de desgraça em que largaram o país. Por pressão das instâncias financeiras europeias, o montante do défice de 2010 foi alterado para 8,6% em vez dos 6,8% ficcionados estridentemente pelo Governo. Por sua vez, o défice do ano anterior, 2009, elevou-se para 10%, galgando os 9,3% que tinham sido anunciados pelo Governo. Afinal, excedemos os limites do défice a que nos comprometemos na Europa e que serviram de álibi para os sacrifícios que depredam os portugueses - "está para nascer um primeiro-ministro que tenha feito melhor no défice", dizia Sócrates... Hoje, a nossa média do crescimento económico é a pior dos últimos 90 anos. Temos a maior dívida pública dos últimos 160 anos e a dívida externa mais alta dos últimos 120. O desemprego é o mais elevado dos últimos 80 anos e conhecemos a segunda maior vaga de emigração desde meados do século XIX. Mesmo aqueles que pretendam ser independentes não podem ficar isentos nas próximas eleições - é um imperativo político, moral e higiénico, livrarmos o país e as futuras gerações daqueles que dolosamente iludiram e falharam todos os seus compromissos. Qualquer solução viável para Portugal nunca poderá contar com quem nos conduziu até à actual desventura - logo, a saída da crise terá de passar pela derrota de José Sócrates e dos seus acólitos. http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?c

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Euromilhões é para meninos




Há pessoas que não precisam do factor sorte para ganhar sempre. Sem apostarem, sem sacrificarem um cêntimo. Fantástico. Neste grupo inclui-se o excêntrico da semana passada, não o senhor de Chaves não identificado que dividiu o primeiro prémio do euromilhões com um apostador Belga, mas o senhor Armando Vara de Vilar de Ossos - Vinhais.

Segundo a Wikipédia "Armando Vara em 2004, antes de ter qualquer licenciatura, obteve um diploma de Pós-Graduação em Gestão Empresarial no ISCTE. Mais tarde obteve o diploma de licenciatura no Curso de Relações Internacionais na agora defunta Universidade Independente, três dias antes da sua nomeação para a Administração da Caixa Geral de Depósitos, cargo que deixou de exercer para assumir a vice-presidência do Banco Comercial Português" Se isto não é sorte é o quê? Pós-graduação antes da licenciatura? Isto é mais ou menos como ganhar a lotaria da Páscoa na altura do Natal...Nomeado 3 dias depois de se licenciar? Magic!

Continuando: "Um mês e meio depois de ter abandonado a Caixa Geral de Depósitos para assumir a vice-presidência do Banco Comercial Português, foi promovido no banco público ao escalão máximo de vencimento, o nível 18, o que terá reflexos para efeitos de reforma." Queriam, não queriam? Não é para todos. Vão mas é trabalhar, malandros!

"No governo de António Guterres foi primeiro secretário de Estado da Administração Interna (1995-97), depois a secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna (1997-99). Após a vitória eleitoral do PS em 1999, tornou-se ministro-adjunto do primeiro-ministro (1999-2000). Ainda em 2000 viu-se forçado a pedir a demissão ao surgirem notícias sobre alegadas irregularidades cometidas pela Fundação para a Prevenção da Segurança Rodoviária, que fundara no ano anterior, quando era secretário de Estado, processo que seria posteriormente arquivado.

"Em Outubro de 2009, Armando Vara foi constituído arguido no âmbito da operação Face Oculta, seguiu-se, em Novembro do mesmo ano, a suspensão do seu mandato de vice-presidente do BCP. Suspendeu em Novembro de 2009 as funções que desempenhava, renunciou ao cargo e recebeu 260 mil euros de indemnização. Ainda assim, Vara recebeu 882.192 euros em 2010, ano em que não exerceu funções por ter estado suspenso devido ao facto de ter sido constituído arguido no processo Face Oculta. Em Setembro de 2010 foi contratado como Presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa África, tendo assim a seu cargo as actividades da empresa brasileira em Moçambique e Angola. Em Fevereiro de 2011, o Ministério Público acusou Armando Vara de três crimes de tráfico de influência, no Face Oculta, que envolve mais 35 arguidos." 800 Mil euros pagos pelo BCP para não trabalhar? Para se pôr a andar? Jackpot baby!

A Wikipédia já disse tudo. Resta-me dizer que sinto nojo do que transcrevi. É imoral.

sábado, 9 de abril de 2011

Presidente recusa intervenção na negociação do pacote de resgate




O Presidente da República recusou hoje qualquer intervenção na negociação com a oposição do pacote de ajuda financeira a Portugal, sublinhando que o chefe de Estado não tem meios para tal, nem a Constituição o permite.

Questionado se entende que terá de ser o Governo a negociar com os partidos o pacote de ajuda financeira que irá apresentar a Bruxelas, Cavaco Silva foi perentório na resposta: “A senhora não está com certeza a imaginar que seja o Presidente da República”.

Sublinhando que o chefe de Estado “não tem meios para realizar negociações”, pois não dispõe de ministérios, nem de grupos de apoio técnico, nem tal é permitido pela Constituição, Cavaco Silva limitou a intervenção que um Presidente da República poderá ter a “diligências de natureza política”.

“O Presidente da República faz diligências de natureza política por forma a que os diversos partidos possam aderir de uma forma responsável à solução de uma posição de emergência a que Portugal chegou”, sustentou, insistindo que a Constituição é clara nesta matéria e estabelece que “o Presidente da República não governa, nem legisla”.

Cavaco congratulou-se hoje por os partidos já terem reconhecido que o próximo Governo terá ser de um executivo com apoio maioritário na Assembleia da República.

“Todos os partidos já reconheceram que o próximo Governo deve ser um Governo com apoio maioritário da Assembleia da República, talvez esta seja uma das notícias mais importantes que nós podemos dar neste momento aos nossos parceiros europeus e aos mercados”, afirmou o chefe de Estado, em declarações aos jornalistas no final do encontro do Grupo de Arraiolos, que terminou ao final da manhã em Budapeste.

@Lusa


E faz O PR muito bem! Para anunciarem os PACs todos, ninguém lhe passou bilhete. Pura e simplesmente ignoraram que este País tem um PR.
Agora depois da borrada toda e como o PAC4 foi chumabdo e Bruxelas exige que o PS se entenda com os restantes partidos...resolveram amuar, dar uma de ofendedidos e vai daí lembraram-se da existencia do PR para servir de mediador.

Um par de estalos eram bem pregados nas trombras desses meninos amuados...não se perdia nada!

Não tiveram uma pontinha de rspeito pelo PR e agora têm o descaramento de dizer que é sua obrigação intervir na situação.

Ignorantes, reles, arruaceiros, mal formados, mentirosos, vigarizaram o povo, arruinaram o País e não calam aquelas bocas fedorentas.

Porca miséria!