quinta-feira, 24 de março de 2011
Venha quem vier...


Portugal atravessa uma crise grave que todos nós sabemos.Portugal estará, muito em breve, a escolher o novo 1º Ministro, também todos sabemos.
0 povo costuma dizer que só mudam as moscas! Também é verdade! Pelo menos, até à data, assim tem sido!
Uns por uma razão, outros por outra!
Agora, neste momento tão critico para o País, faço votos que o senhor que se segue seja, no minimo, verdadeiro e honesto para com o povo.
Que irá arranjar "tachos" paras os seus "boys"? Já todos sabemos!
Que irá puxar a "sardinha à sua brasa"? Também todos nós sabemos!
Que irão ter direito a mordomias e beneficios no cargo? Também já é do conhecimento do povo!
O mínimo que o povo DEVE exigir é que seja um sujeito verdadeiro, que não minta constantemente ao povo, que não tire o pão da boca do povo para tapar os "buracos das contas públicas".
Que não "cozinhe" caldinhos nas costas do povo para poder brilhar na UE.
Que não esconda as verdades para depois de se apanhar no poleiro desatar a desancar a torto e a direito no povo.
Que não faça promessas que NUNCA possa vir a concretizar!
O povo português está cansado de promessas falsas, trafulhices e linchamentos nas sus pensões enquanto os senhores governantes vivem à grande e à francesa com chorudos vencimentos, ajudas de custo, carros fabulosos, fatinhos comprados em NY, cartões de crédito, etc...
É hora de dizer BASTA DE MENTIRA!
Mais vale serem honestos, não prometerem nada, enfrentarem a verdade e pegarem o touro pelos cornos.
O povo não é estúpido e sabem perfeitamente que a situação é dificil, é critica e que serão necessárias medidas pesadas.
Mas prometerem melhorias, deitarem-nos areia para os olhos e depois de se apanharem no poleiro fazerem tudo ao contrário...isso basta!
Acabem com esse sem fim de empresas públicas existentes e que não passam de "tachos para os boys"!
Os que ficaram agora no "desemprego" não se irão inscrever na Segurança Social, pois não? Claro que não! Terão todos um "tacho" nas ditas empresas públicas. E na falta de uma vaga, existe sempre uma saída : A CGD que mais parece a Santa Casa d Misericórdia dos "boys" desempregados.
Espero que o povo portugues abra os olhos e reflicta bem na escolha que irá fazer.
Todo o cuidado é pouco! Quando começarem a ouvir as "tretas" nas campanhas eleitorais, ouçam sempre com 4 pedras na mão e acreditem sempre apenas em metade de tudo o que os políticos prometem e dizem!
Atenção amigos! Se não estivermos atentos...acabam connosco em dois tempos!
Os mais jovens fogem para o estrangeiro em busca de novos empregos e novas opções de vida.
E os mais velhos?
Pensões miseráveis! Mal se alimentam porque as pensões miseráveis não dão para mais! Chegam `«as farmácias e aviam ummedicamento e o resto da medicação fica para trás por não terem dinheiro.
A 3ª idade é maltratada, escorraçada e ignorada no nosso País. Quando deviam ser mimados, cuidados e bem tratados pois trabalharam uma vida inteira para criarem os seus filhos e darem-lhes pãopara a boca.
Não se falando nos filhos que, por vezes, se esquecem dos pais e de todos os sacrificios que eles fizeram para os criarem e fazerem deles os homens e mulheres de hoje.
Detectada burla nos Censos - Sol
Há empresas que estão a cobrar aos cidadãos entre seis e 12 euros para preencherem os questionários dos Censos 2011, escreve o Público. A denúncia parte do Instituto Nacional de Estatística (INE), que lembra que «existe uma estrutura no terreno disponível e vocacionada para ajudar, ou preencher na íntegra, os questionários».
Segundo o Público, as situações de burla foram registadas nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. Quase todas foram dirigidas a idosos na suposta entrega dos questionários porta a porta.
Na Figueira da Foz uma idosa de 84 anos foi burlada em mil euros depois de ter aberto a porta a um homem que a interpelara a propósito dos Censos, escreve o jornal.
Algumas juntas de freguesia decidiram, devido a estes casos, personalizar os coletes que identificam os recenseadores e freguesia de Oliveirinha, concelho de Aveiro, divulgou junto da população fotografias dos recenseadores antes de estes irem a casa dos cidadãos
Segundo o Público, as situações de burla foram registadas nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. Quase todas foram dirigidas a idosos na suposta entrega dos questionários porta a porta.
Na Figueira da Foz uma idosa de 84 anos foi burlada em mil euros depois de ter aberto a porta a um homem que a interpelara a propósito dos Censos, escreve o jornal.
Algumas juntas de freguesia decidiram, devido a estes casos, personalizar os coletes que identificam os recenseadores e freguesia de Oliveirinha, concelho de Aveiro, divulgou junto da população fotografias dos recenseadores antes de estes irem a casa dos cidadãos
“Vinda do FMI tem mais prós do que contras”

Ex-ministro das Finanças defende pedido de ajuda externa e apela a coligação alargada dos dois maiores partidos.
"A oportunidade é má devido à situação do país e dos mercados internacionais". É desta forma que Miguel Beleza, antigo ministro das Finanças do Governo de Cavaco Silva, reage ao pedido de demissão do primeiro-ministro, José Sócrates, apresentado ontem ao Presidente da República. Apela uma coligação alargada com os dois principais partidos, PS e PSD, e defende que, neste momento, um pedido de ajuda externa "tem mais prós do que contras".
"Era um desfecho esperado desde há dois ou três dias e na verdade a confiança antes desta crise política já não era grande face às taxas de juro que Portugal está a pagar. Gostaria de ver agora uma coligação alargada, com pelos menos dois partidos, por um período de vigência limitado", afirmou ao Económico Miguel Beleza
Este economista alerta que até à realização de eleições e o novo Governo estar definido, "estão em causa mais de dois meses que é um tempo considerável e não é positivo, pois tornará mais difícil o problema de financiamento do País" e afirmando temer que "não haja consciência suficiente para a gravidade deste problema".
Realça ainda ao Económico que um eventual pedido de ajuda externa "não é uma derrota ou vitória da selecção nacional, é uma alternativa". Para o ex-ministro das Finanças "uma hipotética intervenção" do Fundo Monetário Internacional (FMI) deve ser "discutida e pensada de uma forma não emocional".
Miguel Beleza realça: "recorrer ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira, e através disso ao FMI, não é uma desgraça e pode até ser uma solução para o país", considerando que todas as autoridades (portuguesas) tornaram a vinda hipotética do Fundo numa derrota enorme.
"Gostaria de ver as pessoas a olhar para a ajuda externa com tranquilidade e ver os prós e contras", frisa Miguel Beleza, defendendo que "neste momento até teria mais prós". Desde logo, aponta, por que "o Fundo, bem ou mal, goza de maior credibilidade no exterior, o que traria mais confiança aos mercados internacionais, porque a probabilidade do programa de consolidação das contas públicas ser cumprido é maior".
Recordando que trabalhou "alguns anos" no FMI, o professor da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa disse os técnicos daquela instituição "não são assim tão maus e as medidas não terão de ser necessariamente mais duras". Até porque, explica, um programa mais credível pode resolver os problemas dos mercados internacionais, pois os credores exigiram exigiriam uma taxa de juro menos alta" e "um prémio de risco mais baixo" nos empréstimos a Portugal.
"Não era nada mau se fossem mais baixos os juros que temos de pagar", remata para concluir que, por esta via, "as medidas de austeridade até podiam ser aplicadas por um período de tempo mais curto, pelo que não é exacto dizer que o FMI equivale a um apertar maior do cinto".
Não faço questão que nas próximas eleições ganhe o PS, o PSD ou mesmo até o CDS.
O que me preocupa é que apareça um novo 1º Ministro que minta constantemente ao povo e que sorrateiramente crie medidas e tome atitudes que prejudique o povo.
Um 1º Ministro que continue a esbanjar em seu favor e a favor dos seus "boys" tirando o pão da boca ao povo.
Seja quem fôr o futuro 1º Ministro, basta de mentiras, basta de aldrabices e esquemas maquiavélicos.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Os europeus correm contra o muro

Entrevista de um professor chinês de economia que viveu em França, o Prof. Kuing Yamang:
1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos...
2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.
3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.
4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.
6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.
7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!
8. Dentro de uma ou duas gerações 'nós' (os chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacas de arroz...
9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...
10. Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta velocidade...
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