domingo, 13 de fevereiro de 2011

Carlos Castro: Grupo de "amigos e admiradores" propõe nome do cronista para rua de Lisboa






Um grupo de "amigos e admiradores" de Carlos Castro, entre os quais Filipe La Féria, Vítor de Sousa e Eládio Clímaco, vai propor à Câmara de Lisboa que seja dado o nome do cronista social a uma rua da cidade.
Segundo Aristides Teixeira, o mentor da proposta, já deu entrada na autarquia um pedido de audiência ao presidente, António Costa, para lhe ser “proposto e justificado a inclusão do nome do cronista social Carlos Castro na toponímia da cidade”.

“Consideramos que o Carlos Castro merece que o Dr. António Costa nos receba para lhe apresentarmos formalmente esta proposta”, que é uma maneira de “recordar” o cronista social e “mostrar a nossa homenagem”, adiantou à agência Lusa Aristides Teixeira.

Justificou ainda que “esta proposta não tem nada a ver com a forma como Carlos Castro desaparece. Assassinado, por suicídio ou por morte natural, qualquer que fosse a razão justificava-se sempre apresentar a proposta de que o seu nome faça parte da toponímia”.

“Achamos que é de toda a legitimidade e justifica-se plenamente que a cidade de Lisboa preste homenagem ao Carlos Castro pelo seu passado profissional. Foi um homem que acrescentou alguma coisa de positivo na comunicação social, nomeadamente na crónica social”, acrescentou Aristides Teixeira.

A proposta é subscrita por um grupo de "amigos e admiradores", entre os quais Io Apollony, João Rolo, João Baião e Serenella Andrade.

@Lusa

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Revelação do Ano! Já desconfiava disto há uns tempos

Familiar de idosa morta há 9 anos diz que pediu arrombamentosa encontrada morta ao fim de 9 anos!!!! Inacreditável!

Familiar de idosa morta há 9 anos diz que pediu arrombamento

Um dos familiares da idosa que terá falecido em 2002, cujo corpo apenas foi encontrado na terça-feira, assegurou hoje ter solicitado várias vezes ao Ministério Público de Sintra para que autorizasse o arrombamento da porta da habitação.
«Em 2002 participei à PSP e ao tribunal de Sintra o desaparecimento da minha tia. Ao longo dos anos fui muitas vezes ao Ministério Público e disseram-me sempre que se ela estivesse morta notava-se o mau cheiro e por isso nunca deixaram arrombar a porta», disse à agência Lusa Armando Martinho Gaspar, sobrinho da idosa que terá falecido em 2002 e cujo corpo foi encontrado na terça-feira, no seu apartamento na Rinchoa, Sintra.

O sobrinho septuagenário, que nunca tentou forçar a entrada na habitação por meios próprios, sustenta que «ainda na semana passada» se deslocou ao tribunal para tentar «mais uma vez» apurar novos dados sobre o desaparecimento da familiar, mas teve a mesma resposta: «Não cheira mal, por isso...».

Para fazerem a venda do apartamento e o arresto por falta de pagamento às Finanças, tiveram interesse no asunto.
Mas quando a vizinhança pedia ajuda por suspeitarem que algo teria acontecido...riam-se e descartavam-se alegando que não podiam arrombar a porta da casa.

Até o pobre o canito acabou por morrer na varanda...se calhar por falta de comida!

Não há dúvida que vivemos num País de 3ºmundo, miserável, tacanho, cheio de gente estupida e insensível!

Porca MISÉRIA!