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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Será que ninguém põe cobro a este tipo de roubalheira descarada???

Será que um sistema baseado na "CHULICE" institucional e institucionalizada irá alguma vez mais longe que arranjos e favores económico- políticos mais ou menos descarados.

É assim que a economia e política ditas "globalizadas" se unem e funcionam.

Aqui vai mais um exemplo de vigarice a que todos fecham os olhos e deixam continuar porque nas consciências já a legalizaram.

Tudo serve de aliciante, parece sério e realista mas...



Na página a que se acede para participar estão umas letrinhas pequeninas e quase invisíveis com o resto contendo o método, objectivo e "criminalidade".

A seguir à imagem original do e-mail de aliciamento que está a ser enviado coloquei de forma realçada as tais letrinhas que no "site" parecem mera decoração.

Leiam, ponderem mas aconselho-vos a não subscrever... nunca mais se livram dos 4.20 € em SMS semanais a não ser que mudem o cartão SIM do télélé!

Parabéns! Veja já como receber a sua Semana
Para 4 Pessoas em regime tudo incluido.


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Termos Sumários: Esta página promove o SERVIÇO DE SUBSCRIÇÃO GAME ON. O custo total do serviço é de €4,20 por semana. Todos os jogos funcionam ao abrigo dos seguintes Termos e Condições. Quando insere no nosso site o seu Código PIN, que recebeu no seu Telefone (nesta altura já tarde piaste), confirma desta forma a sua subscrição ao serviço. Por cada resposta correcta ganha pontos. Junte o máximo de pontos num mês e ganhe um fantástico prémio (uma escova de dentes com pouco uso, por exemplo). O montante de €4,20 por semana será debitado no seu telefone (automaticamente quer queira quer não) (2,10€ por mensagem) na semana em que efectuar a subscrição. A partir daí, o mesmo valor será sucessivamente debitado no primeiro dia da semana (Segunda-feira). No decorrer da semana, receberá 5 perguntas de resposta múltipla. No último dia do mês, o concorrente com a pontuação mais elevada no serviço Game On, receberá um prémio de sua preferência. Os vencedores dos prémios serão informados e receberão os seus prémios no prazo de 60 dias. Pode cancelar o seu Serviço de Subscrição GAME ON em qualquer altura enviando o texto SAIR para o 62954 ou através do número 707309555 (o SMS é rejeitado com a indicação de que não foi possível a entrega ao destinatário e o nº de telefone é de valor acrescentado e dá-lhe o direito a ouvir música, imagine-se, durante horas até ser automaticamente desligado). O seu telemóvel deverá ter capacidade para enviar mensagens de texto. Deverá ser o proprietário do número de telemóvel ou ter pelo menos 18 anos de idade (idade detectada pela linha da fortuna da palma da mão do utilizador) ou ter autorização dos seus encarregados de educação (envio obrigatório por SMS, devidamente assinada, claro). Para aceder ao serviço de apoio a clientes ligue para: 707309555 ou envie um e-mail para pt@.mypengo.com

Acrescento só um pequenino exemplo:

Um amigo meu quendo deu conta "que estava a ser abafado" (palavras dele) por causa de uma inscrição ingénua da filha de 14 anos já lhe tinham gamado 50.40 € do saldo. Investigou e consegui perceber a razão. Tentou desistir por SMS mas falhou. Recorreu ao tal número telefone cometendo a asneira de ligar pelo fixo e ouviu muita música. Quando descobriu que já levava uma conta acumulada de quase 350 € resolveu mudar o cartão SIM e tentar esquecer o assunto mas a raiva não facilitou as coisas. A vida é assim. Se perderes 1.000 € ficas aborrecido mas a culpa é só tua e esqueces-te facilmente. Se te roubam 10 € à má fila vais andar meia vida com isso na lembrança!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A fraude está instalada nas farmácias

A ser verdade...temos aqui grande bronca!!!



A direção das farmácias tem vindo a ser abandonado pelos farmacêuticose a ser ocupada por toda a sorte de "investidores"; por outro lado, oregime jurídico da farmácia tem assistido a vários ziguezagues eremendos avulsos, sem que ninguém fiscalize nada. Portanto, não serágeneralizado mas devem ser crescentes situações como estas:«- Uma grande fraude que se está a passar nas farmácias.- Ai sim? Ora conte lá isso...- O senhor jornalista lembra-se de quando ia aviar remédios à farmáciae lhe cortavam um bocadinho da embalagem e a colavam na receita, quedepois era enviada para o Ministério da Saúde, para reembolso àsfarmácias?- Lembro, perfeitamente... Mas isso já não existe, não é verdade?- É... Agora é tudo com código de barras. E é aí que está oproblema... É aí que está a fraude. Deixe-me explicar: como o senhorsabe, há muita gente que não avia toda a receita. Ou porque não temdinheiro, ou porque não quer tomar um dos medicamentos que o médicolhe prescreveu e não lhe diz para deixar de o receitar. Ora, emalgumas farmácias - ao que parece, muitas - o que está a acontecer éque os medicamentos não aviados são na mesma processados como se odoente os tivesse levantado. É só passar o código de barras e já está.O Estado paga.- Mas o doente não tem que assinar a receita em como levou osmedicamentos? - Perguntei.- Tem. Mas assina sempre, quer os levante, quer não. Ou então não temcomparticipação... Teria que ir ao médico pedir nova receita...- Continue, continue - Convidei- Esta trafulhice acontece, também, com as substituições. Como tambémsaberá, os medicamentos que os médicos prescrevem são muitas vezessubstituídos nas farmácias. Normalmente, com a desculpa de que "nãohá... Mas temos aqui um igualzinho, e ainda por cima mais barato".Pois bem: o doente assina a receita em como leva o medicamentoprescrito, e sai porta fora com um equivalente, mais baratinho. Ora,como não é suposto substituírem-se medicamentos nas farmácias, pelomenos quando o médico tranca as receitas, o que acontece é que noprocessamento da venda, simula-se a saída do medicamento prescrito. Ésó passar o código de barras e já está. E o Estado paga pelo maiscaro...Como o leitor certamente compreenderá, não tomei de imediato adenúncia como boa. Até porque a coisa me parecia simples de mais.Diria mesmo, demasiado simples para que ninguém tivesse pensado nela.Ninguém do Estado, claro está, que no universo da vigarice há sempregente atenta à mais precária das possibilidades. Telefonei a algunsfarmacêuticos amigos a questionar...- E isso é possível, assim, de forma tão simples, perguntei.- É!... Sem fonfons nem gaitinhas. É só passar o código de barras e jáestá, responderam-me do outro lado da linha.- E ninguém confere? - Insisti.- Mas conferir o quê? - Só se forem ter com o doente a confirmar seele aviou toda a receita e que medicamentos lhe deram. De outro modo,não têm como descobrir a marosca. E ó Miguel, no estado a que ascoisas chegaram, com muita malta à rasca por causa das descidasadministrativas dos preços dos medicamentos... Não me admiraria nadase viessem a descobrir que a fraude era em grande escala...E pronto... Aqui fica a denúncia, tal qual ma passaram...Se for verdade... Acho que é desta que o Carmo e a Trindade caem mesmo!»