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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Família de Sócrates movimenta 383 milhões em Gibraltar

Artigo no DN: José Sócrates tem 383 milhões em offshores em Gibraltar + urgente petição

No Diário de Notícias de há poucos dias, conta que a família do ex-primeiro-ministro José Sócrates tem 383 milhões em offshores.

Acrescenta o CM que a empresa criada em 2000 no paraíso fiscal de Gilbraltar movimentou autênticas fortunas.

Gestores são tio, tia e primos de Sócrates.

Os documentos foram entregues por Mário Machado.

Consulte o artigo completo em:




http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=1977989&especial=revistas%20de%20imprensa&seccao=tv%20e%20media


"Petição Para julgar em tribunal o eng. José Sócrates por gestão danosa dos dinheiros públicos.




http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N9288

sexta-feira, 18 de março de 2011

A austeridade continua: iates têm gasóleo ao preço dos barcos de pesca






Os contribuintes continuam a sustentar “vícios” privados… A portaria continua em vigor, e ninguém se indignou com os privilégios injustificados. Continua em vigor, e recomenda-se.
Um país que proporciona a prática de golfe para as massas e que fomenta a utilização de iates é um país RICO. Muito rico.
Iates têm gasóleo ao preço dos barcos de pesca
Iates de luxo estão a pagar o gasóleo ao mesmo preço dos barcos de pesca, ou seja, 80 cêntimos por litro. O fenómeno tem que ver com uma portaria que beneficia as embarcações turísticas, colocando-as em pé de igualdade com as pesqueiras
http://canais.sol.pt/paginainicial/sociedade/interior.aspx?content_id=95629

http://dre.pt/pdf1sdip/2008/02/02801/0000200006.pdf
Isenção do ISP para utilização na navegação comercial
Artigo 29.º
Enquadram-se na disposição prevista no número anterior as embarcações efectivamente utilizadas nas seguintes actividades:
a) Navegação marítima costeira;
b) Navegação interior;
c) Pesca;
d) Navegação marítimo -turística;
e) Operações de dragagem em portos e vias navegáveis, com excepção dos equipamentos utilizados na extracção de areias para fins comerciais.

segunda-feira, 14 de março de 2011

À fartazana em Cabo Verde - Adivinha do dia!!!!!

0 - Tem um processo em curso de investigação

1 - Negou coisas que o seu chefe disse

2 - Esteve muito ligado ao PSD

3 - Sabe fazer umas cantarolas

4 - Também sabe jogar golfe

5 - Desde há uns meses nunca mais se ouviu falar dele

· De quem falamos ????

(...ver resposta abaixo ...)





Resposta:





A viver actualmente à grande e à fartazana em Cabo Verde.

É o dono do maior Resort Turístico da Ilha do Sal...

( ... é aquela ilha, daquele país africano onde o BPN

criou umas "sucursais" e um banco mais ou menos virtual, com que se faziam umas operações de lavagem

e fugas ao fisco, etc. etc... )



· PS: Alguém dá por ele na nossa imprensa

O que nos leva a pensar tal esquecimento..?

Como vêem é fácil fazer esquecer um roubo

superior a mais de 4 mil milhões de euros,

quando se tem amigos...por todo o lado...

_______________________________

até em Belém!



Vá passando para os esquecidos

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Jurisprudência recente

bunal da Relação de Lisboa

Processo:

Processo:

1/09.3F1STC.L1-9

http://www.dgsi.pt/icons/ecblank.gif

Relator:CALHEIROS DA GAMARelator:

Descritores:INSUBORDINAÇÃO POR OUTRAS OFENSAS

Nº do Documento:http://www.dgsi.pt/icons/ecblank.gifRL

Data do Acordão:28-10-2010o Documento:

Votação:UNANIMIDADE

Texto Integral::S

Meio Processual:RECURSO PENAL

Decisão:VoNEGADO PROVIMENTOtação:

Sumário:

TI - A palavra “caralho”, proferida por militar (Cabo da Guarda Nacional Republicana), na presença do seu Comandante, em desabafo, perante a recusa de alteração de turnos, não consubstancia a prática do crime de insubordinação por outras ofensas, previsto e punível pelo artigo 89º, n.º 2, alínea b), do Código de Justiça Militar.

II - Será menos própria numa relação hierárquica, mas está dentro daquilo que vulgarmente se designa por “linguagem de caserna”, tal como no desporto existe a de “balneário”, em que expressões consideradas ordinárias e desrespeitosas noutros contextos, porque trocadas num âmbito restrito (dentro das instalações da GNR) e inter pares (o arguido não estava a falar com um oficial, subalterno, superior ou general, mas com um 2º Sargento, com quem tinha uma especial relação de proximidade e camaradagem) e são sinal de mera virilidade verbal. Como em outros meios, a linguagem castrense utilizada pelos membros das Forças Armadas e afins, tem por vezes significado ou peso específico diverso do mero coloquial.

III - O bom senso obriga a não penalizar um militar de base por diálogo viril dentro da caserna já que, perante ofensas graves proferidas por um militar graduado em Almirante ao mandar publicamente o povo português "à merda", não foram aplicadas quaisquer sanções disciplinares ou criminais.exto Integral:


http://www.dgsi.pt/icons/ecblank.gif

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Meio Processual:


Decisão: